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Presente de Natal

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No ano passado, na época do Natal, eu entregava jornais num bairro de muita grana em Ribeirão Preto, e pôr Ter certa intimidade com os moradores, tomava a liberdade de pedir-lhes aquele presente der boas-festas. No dia 24, ainda faltavam algumas casas para completar a entrega dos jornais, quando cheguei a uma das mais elegantes, onde havia um lindo jardim. Como sempre, entrei pelo portão lateral à esquerda para deixar o jornal na varanda. No entanto, como era véspera de Natal, quebrei a rotina e toquei a campainha, na esperança de obter alguma coisinha para ajudar nas festas. Aquela era uma das pouquíssimas casa do bairro em que eu mal conhecia os donos. Os jornais eram apanhados pêlos empregados. Eu apenas sabia que ali morava uma mulher. Depois de algumas insistência, surgiu à porta uma senhora que aparentava uns 30 anos e vestia um pegnoir curto permitindo ver boa parte de suas lindas pernas. Meio sem jeito, desejei-lhe boas-festas. Ela retribuiu e disse que eu aguardasse um instante, pois tinha alguma coisa para ajudar no Natal da minha família. Ao voltar, entregou-me um pequeno envelope, dizendo que se tratava de uma pequena ajuda para o presente das crianças. Encaminhando-me para à saída, ouvi que ela soluçava baixinho. Seus soluços foram aumentando e ela já não conseguia abafar o choro. Após alguns momentos de indecisão, votei-me e perguntei o motivo de seu desgosto. A principio ela disse que não era nada e que eu não me preocupasse. Tornei a perguntar e obtive a explicação. Sou divorciada e tenho um filho. Porém, neste Natal, meu filho foi para a casa do pai e fiquei sozinha. Os empregados também, já saíram; afirmou. Perguntei se ela não tinha parentes na cidade e ela disse que não. Acrescentou, não e só hoje que estou só, há muito tempo vivo numa solidão terrível. Isto num tom de profunda magoa. Continuamos a conversar e no decorrer da conversa percebi não ser só do filho que ela tinha saudades, pois pela suas palavras estava claro que não tinha mantido relações com outro homem após o divórcio. Juntamos à nossa conversa algumas doses de uísque e em pouco tempo a tristeza em seu rosto deu lugar a um relaxamento e uma alegria, contidos há tempos. De repente, ela parou de falar, e me olhando nos olhos, pediu que a beijasse. Sem demora, beijei-lhe carinhosamente os lábios e aos poucos fui tirando seu pegnoir. Creio que se sentindo como uma rainha em seus domínios, ela assumiu o comando das ações. Depois de beijar e lamber diversas partes do meu corpo, sua boca atingiu meu pênis, e com uma massagem deliciosa, me fez gozar muito. Após um ligeiro descanso, voltamos à carga; ela mais disposta do que nunca. Como uma gata no cio, abocanhou meu membro, para logo após sentar-se sobre ele, atolando-o de uma só vez na vagina. Durante algum tempo aquela mulher cavalgou alucinadamente, com meu pênis literalmente encaixado na vagina. A pressão era tanta, que meu membro parecia estar sendo sulgado. Quando gozamos, a impressão que eu tinha era de estar sendo esvaziados meus testículos. Mas aquilo não era o fim. Haveria mais, muito mais. Fomos tomar banho, e à medida que passava o sabonete no seu corpo, meu apetite voltava com toda a força. Em determinado momento, ela se virou e, quase sussurrando, pediu que eu ensaboasse sua bundinha. Aquilo não era um pedido para mim e sim uma ordem. Comecei lentamente, passando o sabonete bem devagar. Notei sua excitação e dei um leve beijo na sua nuca, ao que ela correspondeu com um gemido. Continuei massageando suas nádegas até atingir a entrada do ânus. Ela tornou a gemer, desta vez mais alto, e mordendo os lábios disse: Come ... É todo seu. Minha temperatura deve Ter disparado, pois me sentia febril. A impressão que eu tinha era de que ia estourar de tanto tesão. Procurei me controlar e sugeri que ela ficasse agachada, com as mãos apoiadas na beira da banheira, pois assim a penetração seria facilitada. Um quadro admirável. De uma só posição eu tinha a vagina e o ânus ao meu dispor. Iniciei a penetração ao mesmo tempo em que massageava o clitóris. Ela gemia e soluçava, e entre frases abafadas, quase sussurrou, pedia que eu botasse mais. Instantes depois, meu membro desaparecia dentro de seu esfíncter apertada e quente. Gradualmente, fomos aumentando nossos movimentos. Ela começou a mexer a bundinha em movimentos circulares. Pouco depois, totalmente fora de mim, eu gozava como um animal. O gozo dela veio a seguir e tão intenso quanto o meu. Completamente exausto, deitei e adormeci, pois não possuía mais forças para trabalhar naquele dia. Levantei-me, já na parte de tarde, e me despedi prometendo voltar todas as vezes que ela estivesse se sentindo solitária. Foi, sem duvida alguma, o melhor Natal da minha vida.


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