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Professor eficiente

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Sou professor de física e química aqui numa escola de Pelotas. Meu pai morreu cedo. tive então que trabalhar muito, pôr ser filho único, para sustentar minha mãe e completar meus estudos. Vivi assim envolvido com coisas sérias toda a minha vida, tendo aproveitado a minha juventude. Quando minha mãe morreu eu já tinha quase quarenta anos. Já me havia transformado num solteirão inveterado, solitário, sem amigos, namorada, nada. Gostava imensamente de literaturas; passava os dias trancado em casa, em meu quarto, lendo e ouvindo música clássica. Além dos livros didáticos que serviam à minha profissão, física e química, sempre gostei dos romances, sobretudo os clássicos e o s franceses Balzac, Flaubert, Proust. Usava óculos de lentes grossas, sem muita vaidade; tinha apenas duas ou três peças de roupa no armário; nunca julgava minhas qualidades físicas; jamais questionei se era bonito ou feio; cortava os cabelos, sempre da mesma forma, num barbeiro que me servia há mais de 20 anos; gastava todo o meu dinheiro em livros, revistas e discos. Minha experiência sexual era também bastante desinteressante. Um dia, quando eu tinha aí pôr uns quatorze anos e minha mãe estava hospitalizada, uma velha empregada, já quarentona, entrou em meu quarto e fez com que eu a amasse. Ou melhor, fez com que eu, passivamente, me deixasse amar pôr ela. Era uma mulata bonita, de corpo avantajado, seios enormes, nádegas generosas, com um riso fácil de dentes muito brancos e uma espécie de furor uterino. Minha mãe, dessa vez, ficou fora de casa pôr certa de uma semana ou dez dias, e a mulata, durante dias inteiros, só queria sexo. Eu acordava com ela em cima de mim, me lambendo a boca, me chupando o pescoço, me acariciando o sexo. Se eu ia à cozinha pegar um copo de água ou uma fruta na geladeira, a louca, que estava no fogão ou na beira da pia, levantava a saia rodada (não usava calça pôr baixo) e me dizia: "Vem". E eu ia, quase que pôr obrigação. A mulata me ensinou muitas coisas. estava sempre querendo, sempre inventando, sempre inovando. Eu gostava sobretudo de sugar seus seios imensos. Tinha a sensação de um lactante, sendo alimentado pôr sua nutriz. Mas seu maior ensinamento foi o uso da língua. A doida não me deixava penetrá-la de jeito nenhum antes de eu chupá-la muito e de ser muito chupado pôr ela. Costumava dizer: "Enfirar, meu filho, é a última coisa. "Nas primeiras vezes, eu ejaculava logo, coisa de menino, e foi também a mulata que me ensinou a maneirar. De modo que eu devo a ela muitas coisas. Mesmo depois que minha mãe voltou para casa, ainda tivemos algumas relações, mas eu sempre me sentia usado e sem iniciativa. Um dia, ela entrou no meu quarto - eu estava deitado, lendo uma revista de quadrinhos e - e, da porta mesmo, ela fez o tal negócio de levantar a saia e dizer: "Vem. "E eu fui. Não me lembrei sequer de fechar a porta. Quando estou lá bem num beijo invertido com a mulher, olho para a porta, e quem eu vejo, nos olhando, pálida? Minha mãe! Pois bem, minha mãe despediu a mulata. Mas eu, que nessa altura já havia aprendido que essas coisas existiam, vime depois obrigado a procurar as profissionais. Era sempre muito maçante; eu, muito inibido e com cara de intelectual, acabava mais passivo do que ativo, pagando as moças para que elas me fizessem gozar, e o máximo que aprendi foi a comandar: Agora, faz assim." Agora, faz assim. "De qualquer forma, era a única solução, já que, como eu disse antes, não tinha amigos, não ia a festas, não sabia dançar. Quando comecei a dar aulas nesta escada, fiquei muito feliz. É uma escola conceituada, de disciplina rígida, e eu ganho um bom salário. Um dia, comecei a notar uma aluna que sempre se sentava na primeira fila, durante minhas aulas, com a saia levantada, deixando aparecer a calcinha e me olhando de jeito malicioso. Ora, eu já quarentão, a menina com menos da metade de minha idade, podia ser minha filha. De qualquer forma, era muito perturbador o que ela fazia e eu fingia não notar. Um dia, entrei em sala e vi que alguém havia escrito na lousa: "Eu amo o Prof. Júlio." Acho que enrubesci apagando aquilo porque os meninos da turma riram. Nos dias seguintes, havia sempre um recado desses que eu sempre apagava ao entrar: "O Júlio é um tesão". "I love you Júlio". "Quero dormir com você, Júlio, esta noite". Para punir a turma, apliquei uma prova impossível, dificílima, que eles quebraram a cabeça para fazer. Cristina, a tal moça da primeira fila, entregou a prova em branca, com apenas um recado: "Sou eu que escrevo coisas na lousa para você. Estou desesperada de paixão. Quer ou não?" Mais uma vez fingi que não percebi e continuei a dar minhas aulas, perturbadíssimo. Mas minha aluna não me saia da cabeça. Até nesses lugares aonde eu ia procurar mulheres, enquanto fazia o amor, a acara de Cristina me entrava pela mente. Era quase o fim do ano quando Cristina me disse: "Professor, quero falar com o senhor." "Pois não" -, respondi. "Mas não aqui. Venha, eu o deixo em sua casa, no meu carro." Fomos. No caminho, não disse uma palavra. "E então?", perguntei. "Espera. Calma, meu amorzinho. Você já vai ver." O tempo esquentava. Aproveitando um sinal fechado, Cristina tirou o casaco do uniforme, ficando apenas com uma blusinha branca, transparente, mostrando os seios pequenos e soltos. Ela observou o efeito que causara, e então sorriu. Ao chegar à porta de minha casa, nenhum argumento, a convenceu anão entrar. A moça era mesmo muito decidida. E eu, confesso, a essa altura tinha pouca vontade de resistir. Já estava mandando ao diabo meu emprego e minha reputação profissional. Entramos. Você queria me dizer...", comecei. e ela: "Nada. Não queria te dizer nada. Queria te fazer. Ah, professor, eu tenho um tesão, uma loucura em você. Eu quero que você me ame." E antes que eu pudesse argumentar, ela já havia aberto a blusa e já seus dois seiozinhos mimosos e pequenininhos estavam à mostra. Pulei sobre ela e comecei a chupar aqueles dois mamilos gostosos. Cristina soltou seus cabelos, sempre presos num rabo-de-cavalo e louros, que lhe vinham até a cintura. Eu chupava seus seios, e seu corpo vibrante movimentava-se indócil. Cristina foi então empurrando minha cabeça para baixo. Ao mesmo tempo, abriu o ziper da saia, que escorregou para o chão tirou, rápida, a calcinha, dirigindo minha cabeça para seu sexo. Chupei como um louco aquele clitóris duro, sentia no nariz um cheiro forte de fêmea. Cristina me pedia que a chupasse mais, dizendo: "Meu homem gostoso." Era engraçado, porque nunca ninguém havia me chamado de homem gostoso. E eu, que me considerava pouco sedutor, nunca havia me julgado desta forma. Mas era tão bom ouvir isso dela que eu me empenhava mesmo em ser muito gostoso. Foi Cristina também quem me despiu. Abriu meu cinto, desceu o ziper de minha calça. Puxou para fora meu pênis entesado, que massageava, enquanto minha boca ainda chupava e mordia sua vulva. Depois, ela começou a lamber meu pênis, dizendo que ele era duro e grosso como nunca tinha visto, e pediu que eu a penetrasse de uma só vez. Logo depois de gozarmos, minha aluna de novo começou a excitar meu membro. Desta vez pediu que eu a penetrasse pôr tras. Eu realizei assim o primeiro coito anal de minha vida, mas me portei com exima competência. Deitados, depois, Cris elogiou minha atuação, e disse que pensava em mim e só em mim todos os dias de sua vida. Disse que era muito experiente em matéria de sexo, curiosa, sempre querendo experimentar de tudo, conhecer tudo. Contou-me experiências com rapazes, ousadas e muitas até engraçadas, de uma amiga da mesma turma com quem realizava experiências de lesbianismo, e das festinhas entre as moças e rapazes da mesma escola, orgias realizadas no apartamento que o pai de um deles, rico, usa como garçonière. Convidou-me, na saída, para um ménage com essa tal sua amiga, que também era minha aluna e que, indagada, se mostrara muito interessada. Depois, Cris foi para casa. Na aula seguinte, portou-se cordatamente comigo diante dos outros alunos, até o dia em que me entregou um trabalho junto com um bilhete: "Eu e Silene vamos esta noite à sua casa. Espere." A noite as duas estavam lá, e eu fui introduzido na prática do ménage. Em outra opurtunidade, fui convidado para uma das tais festinhas e fui. Achei a orgia uma coisa fantástica. Sobretudo no meio de gente tão jovem, tão bonita, em que eu era, além de o mais velho, o mais disputado. Meus alunos fizeram em mim uma verdadeira transformação. Hoje sou um sujeito vaidoso, extrovertido, seguro, substitui a música clássica pelo rock, mal tenho tempo para ler, coloquei lentes de contato, uso camisas caras, de seda, e jeans. Freqüentamos os mesmos lugares, as mesmas estas, e eles têm o último aproveitamento em física e química. Há pouco tempo, a direção da escola me chamou. Compareci assustado e de ressaca. Queria saber como consigo manter o interesse da turma pôr minhas matérias, coisa em que os outros professores estão encontrado muita dificuldade. Respondi simplesmente: "Tenho meus métodos... Todos eles espontâneos".


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