Quase prima de São José |
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Tudo começou no casamento de minha tia, no interior de São Paulo, fui convidado a ser padrinho de seu casamento, pois na época eu tinha 19 anos e ela como tia mais nova uns 28 anos. Bom chegando lá conhecia somente seu noivo, os demais familiares deles não. Nos preparativos para a festa, acabei conhecendo os pais do noivo, irmãos/irmãs e as filhas de seus irmãos/irmãs. Um era de Campinas, tinha uma filha loira que era um tesão e a irmã de São José dos Campos, uma filha morena, bonita, gostosa e sensual que vou chamar de Drika, que na época deveria Ter uns 16 anos. Passado o casamento na igreja acabamos eu e meu irmão se entrosando com as quase primas. Conversamos bastante, brincamos e até chegamos a passear pela cidade de carro, Drika estava com um vestido tipo tomara que caia que mostrava bem suas curvas, porém não rolou nada. Dois anos mais tarde, resolvi junto com meu irmão passar o carnaval no interior, pois ele estava namorando uma garota de lá. Quando cheguei a cidade estava com um resfriado terrível e até com febre, porém não ia perder a primeira noite de carnaval, fui até um boteco próximo e com meu irmão e tomei um conhaque com limão e sal, é muito ruim, porém no salão deu um suador e acabei melhorando bastante. No salão acabei conhecendo uma amiga da namorada de meu irmão, que ficou muito interessada por mim, era muito gostosa, porém meio careta. Pulamos uma meia hora juntos, quando avistei meu tio e tia no salão e fui até eles sozinho, pois a garota tinha voltado aos seus amigos, quando cumprimentei eles, tive uma grande surpresa, Drika estava um pouco mais atrás e quando me viu abriu um grande sorriso. Ela estava um tesão, de shorts bem curto e um top maravilhoso, que destacava bem seus lindos seios. Com 18 anos agora, 1,68m, pele queimadinha de sol, e um bumbum que me deixou de pau duro. Nosso papo rolou solto e até esqueci da outra menina, que depois ficou putissima comigo segundo meu irmão. Depois de algumas cervejas com meus tios e a Drika, meu tio disse que queria ir embora e perguntou se eu pudesse deixar a Drika em sua casa mais tarde. Prontamente disse que sim. Tão logo eles se foram, começamos a pular no salão juntos, primeiro de mãos dadas, depois agarradinhos, até que não deu mais e nos agarramos num beijo delicioso. Subimos para o mezanino no fundo do salão e começamos um verdadeiro amasso. Quando a coisa começou a ficar mais perigosa, convidei-a para dar uma volta de carro e ela prontamente aceitou. Avisei meu irmão que voltaria mais tarde e sai rapidamente. No carro, conversávamos animadamente, perguntei se tinha namorado e ela me disse que era noiva, até conseguir estacionar num lugar bem calmo. Estacionei debaixo de uma arvore, que diminui bastante a claridade, o que nos deixava mais a vontade. Começamos a nos agarrar, e daí as mão começaram a percorrer nossos corpos, estava muito excitante, percebia sua buceta toda ensopada cada vez que colocava a mão dentro de seu shorts e ela apertava meu pau sobre meu calção e mordia minha orelha. Num determinado momento o lugar começou a ficar cheio de carros e a gente foi obrigado a maneirar. Eu estava com um tesão absurdo, queria come-la ali mesmo mais ela tinha receio do movimento. Começamos a conversar e descobri que ela era paranaense e para provoca-la, disse que as paranaenses não eram de nada. Ela retrucou dizendo que os paulistas não eram de nada. Com isso resolvemos tirar a prova, sai com o carro em direção a rodovia e peguei uma estradinha de terra, que liga algumas fazendas a cidade, parei no meio de um canavial e ai a coisa pegou. Quando desliguei o carro, ela se atirou sobre mim e deu um beijo molhadissímo, abriu abaixou meu calção e tirou meu pênis para fora e se entusiasmou, disse que seu namorado não chegava nem a metade do tamanho e a grossura nem se comparava, não sou nenhum super dotado, porém com um comprimento bom e bem grosso. Abocanhou e começou a chupeta mais gostosa de minha vida, ela chupava, mordia, descia até meu saco e mordia as bolas, subia até a cabeça e chupava como se quisesse arrancar meu sêmen a força. Eu estava me segurando para não gozar, pedi que parasse, arranquei seu shorts e me deparei com uma calcinha maravilhosa, que arranquei com os dentes, enfiei minha língua em sua buceta que estava ensopada e deixei-a maluca. Não agüentando mais ela puxou-me para cima dela, como já estávamos com os bancos do carro abaixados, abri sua pernas e pincelei meu pau na bucetinha sedenta, depois introduzi inteiro, até o fundo e começamos uma transa alucinada. Ela gemia gostoso, me agarrava com força e eu bombava com muita vontade. Num dado momento de lucidez ela pediu para eu não gozar dentro, pois não tomava nada para evitar gravidez, pois com o namorado só transavam com camisinha e aquela altura nem havia lembrado de colocar e também nem tinha no carro. Transamos alucinadamente durante uma meia hora, onde ela teve vários orgasmos, quando estava prestes a gozar tirei de dentro e gozei muito, muito mesmo sobre sua barriga. Ela ficou maravilhada, eu também pois nunca tinha ejaculado tanto. Descansamos um pouco, demos mais uma deliciosa metida e depois nos vestimos e voltamos para o salão. Quando chegamos quase não conseguia andar de tão mole. Como tinha alguns dias para tirar na empresa, passamos a semana inteira no interior, onde ficamos sócios do único motel da cidade, onde nos desfrutamos ao máximo. Hoje sinto saudades dela, pois apesar dela querer terminar seu noivado para ficarmos juntos, na época estava namorando e achei melhor não. A ultima vez que nos vimos, foi no velório de sua tia, onde somente conversamos rápido, pois eu já estava casado e ela para casar. Hoje sei que ela está bem casada em São José, porém se quisesse repetir tudo, mataria essa saudade com o maior prazer. |
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