Quem não gosta de uma safada |
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É a primeira vez que relato uma das minhas aventuras sexuais. Sempre gostei de ler relatos em revistas e também aqui na própria Internet, só que nunca tive coragem de contar. Porém agora, estou namorando sério a mais de 3 anos e como sou fiel a minha namorada, só me resta relembrar as conquistas de solteiro. Quem não gosta de uma mulher safada? Eu sempre gostei e o fato que vou narrar agora foi com uma das mais safadas que conheci, porém bastante discreta. Essas são as melhores. Tudo aconteceu a quase 4 anos atrás. Eu estudava Educação Física e adorava freqüentar as festinhas da faculdade. Eu já estava indo para o segundo ano de faculdade e embora eu sempre saísse com várias garotas, nunca tinha saído com nenhuma garota da minha turma. Não que eu não tivesse tido oportunidades, mas é que sou adepto do "come quieto" e sabia que provavelmente os outros da turma ficariam sabendo. Este tipo de comentário sempre atrapalha futuras investidas. Tudo continuava desta maneira, até que uma garota da minha turma chamada Elisa... me convidou para o aniversário de sua irmã. Não percebi nenhuma segunda intenção no seu convite até porque sabia que ela tinha um namorado muito ciumento que estava sempre indo na faculdade atrás dela. Entretanto Elisa não era tão santinha como gostava de demonstrar para todos. No Domingo seguinte, dia do aniversário, fui a casa da Elisa como o combinado e percebi que não se tratava de uma festa. Era uma reunião onde só estavam presentes os familiares e os amigos mais chegados. Não fiquei muito a vontade mas Elisa me fazia companhia. Ela me contou que havia brigado com o namorado e que ele não iria aparecer. A partir de então começou a me fazer insinuações dizendo que sempre conseguia o que queria em quanto me olhava de maneira provocante. Acho que estava imaginando como seria uma foda entre nós e ficava olhando para o meu pau que já estava começando a ficar duro. Percebi que sua irmã, a aniversariante , também estava me olhando bastante. Com certeza as irmãs jogam no mesmo time, se é que você me entende. O clima de putaria parecia que estava no ar e cada vez eu ficava mais exitado. Isto sem falar que Elisa vestia um shortinho minúsculo enfiado no Cu e um top. bem pequeno. Sua irmã, Patrícia , não ficava atrás. Elas estavam bem a vontade e demonstravam a intenção de me provocar. Lógico que estava com muito tesão mas falei para Elisa eu que sou um cara discreto e que não gostava que outras pessoas ficassem sabendo dos meus casos. Ela entendeu o meu recado e disse que eu estava certo pois quem come quieto come duas vezes. O papo foi evoluindo cada vez mais, até que derrepente o ex-namorado (que não era "ex." nada. Elisa tinha mentido para mim) chegou e atrapalhou nossa conversa. Fui embora pensando em tudo o que eu tinha visto e ouvido. Elisa se mostrara ser bem diferente da Elisa que eu conhecia na faculdade. Na semana seguinte, encontrei com Elisa durante as aulas mas evitei fazer qualquer comentário. Queria ver quais seriam suas atitudes. Afinal de contas, ninguém da turma sabia que eu tinha ido na casa da Elisa no final de semana. Ela também não comentou nada a ninguém e nem me fez qualquer comentário mas puder perceber que ela queria manter tudo as escondidas. Quando chegou na quinta-feira, após a aula, eu iria dar carona a alguns colegas da turma e aproveitei para perguntar se ela não estaria interessada. Ela aceitou dizendo que ao invés de pegar dois ônibus só pegaria um para casa. No caminho fui deixando os meus amigos(as) até que só restou Elisa. Quando fui me despedir dela ao deixa-la para pegar o ônibus, nos olhamos e o beijo na boca foi inevitável. Convidei-a para dar uma volta e ela respondeu que precisaria avisar em casa. Parei num orelhão, onde ela falou para sua mãe que iria chegar tarde pois estava estudando na faculdade com umas amigas. Perguntei a ela onde gostaria de ir e ela respondeu que iria comigo a qualquer lugar. Não tive dúvidas e fui direto a um motel. Logo que entramos no quarto começamos a nos agarrar. Estava louco para arrancar todas as suas roupas mas parecia mais louca do que eu e foi rapidamente tirando minhas calças. Meu caralho já estava completamente duro. Ela ajoelhou-se a minha frente e o engoliu quase que por inteiro. Com minhas mãos agarradas a seu cabelo eu ia conduzindo seus movimentos. Elisa demonstrava o quanto estava gostando. Eu via como ela sentia prazer em ter um caralho na boca. Perguntei se ela estava gostando e ela me respondeu que chupar paus era a segunda coisa que ela mais gostava de fazer durante uma foda. Era uma de suas taras. Eu já estava quase gozando mas ela não parava. Queria que eu gozasse tudo em sua boca. Realizei seu desejo e gozei muito. Embora ela tivesse engolido boa parte, seu rosto ficou todo melado. Cheguei a ficar meio mole. Aquela boca parecia um desentupidor de pia. Aproveitei para me recompor em um rápido banho em quanto ela lavava seu rosto. Quando sai do banho ela já estava me esperando toda sem roupa. Morena, + ou - 1,70 de altura com peitos não muito grandes e um rabo escultural, Elisa disse que gostou da primeira parte mas que não estava satisfeita. Queria ver do que eu era capaz pois a muito tempo queria se entregar a mim. Fui em sua direção e comecei a beija-la todinha. Primeiro seus peitos e depois sua boceta. Ela ficou maluca de prazer. A cada chupada e lambida em sua boceta mais vontade de foder ela tinha. Quando enfiei minha língua em seu cuzinho foi o golpe final. Ela pedia que eu parasse e que a penetrasse logo. Mas eu ainda não estava satisfeito e queria saber até quando ela iria agüentar. Queria vela suplicando pelo meu pau. Continuava a chupa-la e a beija-la, mas agora com auxilio dos dedos. Virei-a de bruços e iniciando pela bunda fui em direção a nuca. Foi aí que descobri o seu ponto mais fraco. Ela não resistiu mais e gozou nos meus dedos que continuavam a acaricia-la. De repente ela virou-se em minha direção e disse " - Você quer me provocar? Pois conseguiu!! Eu quero você dentro de mim é agora. " . Trocamos de posição e ela posicionou-se em cima de mim. Para minha surpresa ela conduziu meu pau para o seu Cu. E então ela disse "adoro dar o Cu. Esta é a coisa que mais gosto durante uma foda. Você não esperava não é?". Realmente ela gostava daquilo. Seu rabo rebolava com todo o meu pau enfiado como se quisesse cada vez mais. Impressionado comentei que, infelizmente até aquele dia, nunca tinha visto uma mulher que gostasse tanto de um pau no Cu. Ela disse que antes de dar a boceta pela primeira vez já tinha dado o Cu algumas vezes e que com o tempo e a prática a dor diminuiu e o prazer aumentou cada vez mais. Eu estava adorando, pois aquele era o segundo cuzinho que eu comia em minha vida. Não que eu não tivesse vontade mas porque mas as mulheres com quem havia transado tinham medo de sentir dor. Se eu tivesse desconfiado que Elisa gostava tanto de dar o Cu, teria investido nela antes pois estava maravilhado. Continuamos fodendo porém trocando de posições. Ela ficou de quatro e eu enfiando tudo. Ela não cansava e sempre pedia mais; sempre no Cu. Depois de várias bombadas parti para sua boceta. Ela já havia gozado algumas vezes mas eu estava indo para a minha segunda. Ela pediu que a avisa-se quando fosse gozar pois ela queria que eu gozasse novamente em sua boca. Dito e feito, quando a vontade bateu ela bebeu tudo como se estivesse morrendo de sede. Pelo adiantado da hora tivemos que ir embora pois ainda teria que leva-la em casa. Comentamos um com o outro de como havia sido bom mas não combinamos nada para o futuro. Infelizmente esta foi a única vez que transei com Elisa. Não porque não quiséssemos, mas porque pouco tempo depois comecei a namorar e Elisa e minha namorada eram amigas. Esta foi apenas uma das aventuras que tive na faculdade. Com certeza uma das melhores. Foi na faculdade que realizei a maioria dos meus desejos. Só não realizei a vontade de transar com duas mulheres ao mesmo tempo. Fica aqui meu beijo para Elisa que foi o melhor rabo que já comi. |
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