Santinha não, é uma putinha |
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Biba sempre foi aquela menina que os caras olham na faculdade achando que é a mais santa de todas. Nunca tentaram nada com ela, nunca a chamaram pra sair, pois sempre pensaram que nunca conseguiriam. Tínhamos um trabalho em dupla pra fazer, e eu acabei ficando com a Biba. Ela, com aquela cara de CDF, era a dupla perfeita. Depois disso acabamos ficando super amigas, e descobri que Biba não era tão santa e ingênua assim. Ela morava sozinha e todo fim de semana, quando ligava pra ela a noite, ela não estava em casa. Às vezes só conseguia falar com ela na faculdade, segunda-feira. Intrigada, resolvi chamá-la para sair comigo na sexta à noite. Ela disse que já tinha lugar pra ir, mas que poderia me levar junto. Até então, só tinha visto Biba com saias até o joelho, camisas sem decote, geralmente de mangas compridas. Cheguei sexta-feira para apanhá-la em seu prédio. O porteiro interfonou e disse para eu subir, pois Biba ainda não estava pronta. Ela então abriu a porta, com um robe de seda preta, e me cumprimentou. Os seus peitos, grandes, quase pulavam pra fora. Pediu desculpas, pois tinha se atrasado, e disse pra eu sentar enquanto ela se arrumava. Nunca tinha reparado nos peitos de Biba... Eram realmente muito gostosos. Senti uma pontinha de inveja. Ela chegou na sala vestindo uma micro saia de couro preta, e uma blusa branca bem colada. Ela não tinha colocado sutiã, e os seus biquinhos pareciam querer furar a blusa. Nunca imaginei Biba usando aquelas roupas, ela estava linda. Eu que estava me sentindo a santinha ali, com a minha roupa. Biba tinha me pedido para ir usando uma blusa branca. Além da blusa, usava uma calça preta, bem colada. Biba pegou o carro e fomos pro tal lugar que ela escolheu. Era uma boate, e lá tinha um enorme cartaz: "Hoje: Concurso Garota Camisa Molhada". Aquilo me espantou, mas ao mesmo tempo me deixou bem excitada. Biba perguntou se eu tinha coragem. Falei que sim... que era pra irmos em frente. Entramos pelos fundos da boate, para um tal camarim. Tinham mais umas 10 mulheres ali para o Concurso. Biba me chamou para um canto, e disse que eu estava muito comportada. Tirou de sua bolsa um shortinho branco, mínimo, de lycra, e me deu para vestir. Nisso, tirou sua calcinha e guardou na bolsa. Fui no embalo, tirei a minha também, e coloquei o short. Ele deixava minha bunda quase toda de fora. Estava me sentindo uma putinha. Um cara anunciou no microfone o início do Concurso. Todas as meninas foram entrando para subir no palco, ao som de uma música baiana. Eu e Biba ficamos por último, e ela me deu um molhado beijo de boa sorte. Subimos no palco, tinham milhares de homens nos comendo com os olhos na platéia, todos em pé, espremidos para chegarem o mais próximo possível do palco. A boate estava lotadíssima. Alguns sortudos eram escolhidos para nos molharem. Eles ficavam embaixo do palco, com mangueiras apontadas para as camisetas. Quando o primeiro jato de água gelada atingiu os meus peitos, delirei. Meus bicos ficaram duros como nunca, e eu delirava com os berros daqueles homens tarados morrendo de tesão lá embaixo. Comecei a alisar meus peitos por cima da blusa, e já estava com um dedinho na boca, chupando. As outras meninas rebolavam no ritmo da música, faziam coreografias. Olhei pra Biba, ela estava com aqueles peitões já totalmente à mostra através da camiseta encharcada, se aproximando da beira do palco. Ela empinou a bunda pra platéia, o que excitou todos lá embaixo, pois ela estava sem calcinha. O cara da mangueira não pensou duas vezes e ficou brincando com o jato de água alternando entre sua buceta e seu cuzinho. Ela rebolava, delirava, gemia como uma puta, e eu então resolvi entrar no clima. Cheguei do lado dela, e sinalizei para jogarem água no meu shortinho. Obedecida, delirei: o jato vinha bem no meu clitóris, comecei a dar umas reboladinhas, e logo o meu shortinho ficou totalmente transparente, mostrando os pêlos da minha bucetinha gostosa. Nessa brincadeira Biba e eu gozamos várias vezes, e ela acabou ganhando o concurso. Fomos para o camarim, e nos deram dois roupões para que pudéssemos voltar pra casa. No caminho para pegar o carro, que tínhamos deixado num canto afastado, disse a Biba que ela era muito gostosa, e que eu estava surpreendida. Ela disse, sussurrando no meu ouvido, que a noite não tinha acabado. Deu uma lambida na minha orelha, foi descendo e ficou chupando meu pescoço. Fomos para a frente do carro, ela me deitou ali, se abaixou e abriu a parte de baixo do meu roupão. Minha bucetinha estava toda melada, e ela me chupou como nunca nenhum homem tinha feito. Lambeu meu cuzinho, enfiou a lingua e me fez gozar como louca. Pedi para chupar seus peitos, ela abriu o roupão e aquelas duas maravilhas saltaram na minha cara. Lambi, chupei, apertei os bicos, mordi... que delícia aqueles peitões... Estávamos cansadas de tanto gozar, e as brincadeiras pararam por aí. Mas só nesse dia. Ficamos ainda mais amigas e companheiras de muitas sacanagens. Mas as outras eu conto depois... |
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