Sede de sexo como eu |
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Tenho 22 anos e a historia que se passa abaixo aconteceu a mais ou menos dois meses atras. Sou alto, tenho olhos verdes e cabelos castanho claro. Não tenho um porte extremamente atlético, mas posso dizer que me sinto atraente perante as mulheres. Bem, já faz algum tempo que encontrei uma morena maravilhosa que havia estudado comigo na época em que eu cursava o segundo-grau. Um amigo meu havia namorado com ela e me contava sempre suas trepadas um tanto quanto excitantes com ela. Contava que ela era extremamente foguenta e que topava qualquer parada. Aquilo me excitava e fazia com que eu a desejasse cada vez mais. Trabalho na área de informática e um belo dia, ao comprar mercadorias, me deparo com a sujeita em um de meus fornecedores. Ela estava exatamen1te como havia encontrado nas ultimas vezes: Cristiane e uma morena linda, com cabelos cacheados ate a cintura e com umas coxas grossas e uma bunda... que eu nunca vi na minha vida. Ela estava com uma micro-saia e ao me ver já me reconheceu de cara. Conversamos um pouco e ela disse querer saber mais do que eu andava fazendo. Marcamos de nos falarmos e a noite eu liguei para ela. De cara o papo já foi para o lado da sacanagem. Já na época da escola ela era um tanto quanto diferente das outras meninas. Assumia mesmo que adorava trepar e que fazia aquilo como quase um vicio. Começamos a trocar experiências e a coisa foi ficando meio quente. Mas era apenas pelo telefone e marcamos no dia seguinte de nos vermos numa boate aqui no Rio de Janeiro. Às 23:30hs em ponto estava eu a ponto de bala, doido para comer aquela morenaça que parecia querer me deixar louco mesmo! Ela atrasou um pouco, mas ao avista-la de longe, vi que estava acompanhada de sua prima. Cristina era também muito gostosa como a irmã e tinha fama, na época do colégio, de ser meia lésbica. Aquilo me deixou pirado e totalmente excitado. Coloquei na cabeça que ia trepar com aquelas duas "cavalas" de gostosa. Dançamos e aproveitamos a noite inteira, ora agarrado com uma, ora colado em outra. A esta altura, o álcool já subia as nossas cabeças e no final de tudo elas me chamaram para ir ao apartamento delas. Chegando lá bebemos mais um pouco e dançávamos mais e mais, cada vez mais a vontade como se fosse um show de stripper. Aquele jogo erótico de tirar a roupa e de nos esfregarmos uns aos outros deixava meu pau quase explodindo de tanto tesão. Até que enfim nus, nos chupávamos como se fossemos frutas suculentas. Cristiane chupava meu pau com uma volúpia que me deixava louco e parecia que ia explodir em gozo. Cristina chupava Cristiane e esta só fazia gritar dizendo que queria ser "comida como uma égua". gritava cada vez mais: "come meu cú, chupa minha xota, me faz gozar! quero gozar na boca da minha prima!". Aquilo me deixava louco, até que em determinado momento, Cristiane sentou em meu pau e começou a cavalgar como se fosse uma égua, gritava e enquanto ela sentava, Cristina chupava ora a xoxota dela, ora meu pau. Em determinado momento, Cristina já não aguentava somente nos chupar e pediu para ser comida. Mas ela queria uma condição: queria meu pau no seu cuzinho e o vibrador da prima na sua xoxota. Obedecemos como escravos do sexo, e ela gritava como uma potranca. Aquilo, acumulado com o tesão de anos pelas duas cachorrinhas que eu comia ali, me fez gozar e eu doido de tesão pedi que elas me chupassem. esporrei na boca das duas... acho que nunca gozei tanto em minha vida. Minha porra escorreu grossa e quente, e fazia com que elas quase se afogassem... brincavam de se beijar com a porra grudada em suas bocas. Mexiam aquela gosma para todos os lados e não me deixavam descansar de tão excitado que estava. Mas eu queria mais! Enquanto me recuperava da maior gozada do mundo, coloquei as duas em um 69 e elas sabiam que iriam gozar como nunca. Pedi para que gritassem a cada gozada. Pareciam que estavam loucas. Pediam para parar, pediam para eu meter nelas e agradeciam pela gozada que nunca esqueceriam... Já reformado e totalmente recuperado, coloquei meu pau a ponto de bala na xoxota encharcada de Cristiane. De quatro como uma égua... era assim que ela queria. metia meu pau fundo e forte, quase que violento. Fiquei metendo com movimentos tão fortes e repetitivos que ela entrou em êxtase total. Chorava de tanto tesão. tirei meu pau da xota de Cristiane e fiz a mesma coisa com Cristina. Ela também não aguentou e se esfregava nos lençóis como se fosse uma gata no cio. doido de vontade de gozar novamente... Toquei uma punheta vendo as duas gemerem num choro soluçante. quanto ia gozar, estavam elas lá de novo para "engolir mesmo" a porra quente que escorria pela minha glande. Gozei como nunca nesse dia... Mas daquele dia em diante nunca mais vi as duas Cris, e desde então as minhas trepadas nunca mais foram as mesmas. a minha sede pelo sexo passou a ser quase uma doença. trepo feito louco e estou e procura de pessoas também sejam viciadas na arte do sexo. |
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