Sexo na pensão - Uma mulher e seus machos desconhecidos |
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Tinha prometido a vocês que meu próximo conto seria sobre a retribuição de Sofia (conto número tal) mas resolvi esperar um pouco mais para contá-lo. Queria que vocês ouvissem esse meu conto que também é super excitante... Minha estória de hoje começa num ensolarado dia de primavera. Eu tinha acordado "acesa" naquele dia, com um tesão louco. Tinha sonhado que estava transando com vários homens e acordei com a xana completamente molhada. E não queria bater uma simples siririca para satisfazer meu tesão, afinal, uma excitação como aquela merecia uma coisa grandiosa, literalmente. Resolvi sair pra rua, ir até o centro da cidade para ver se acontecia algo diferente. Mas não sem antes me vestir "adequadamente" ao clima... Tenho um corpo muito bonito, resultado das minhas caminhadas e bicicleta que faço diariamente. Meu ponto forte é a bunda, e eu sempre adorei ouvir elogios sobre ela. Coloquei uma calça de couro justíssima, sem calcinha, um top curtíssimo também de couro, e uma bota de cano alto por cima da calça. Bom, desnecessário dizer que eu estava procurando "arte" naquele dia... Fui à pé, simplesmente para provocar os homens mesmo, e não deu outra. Por onde passava era só 'gostosa', "deliciosa" e outros adjetivos que vcs conhecem bem. E eu provocava ainda mais, rebolava, simulava que tinha deixado cair algo no chão e abaixava arrebitando a bunda para quem quisesse ver... enfim, deixei os machos loucos naquele dia. E meu tesão havia aumentado muito. Sentia minha bucetinha latejar de tesão. Em matéria de sexo sou despudorada mesmo, ainda mais nesses dias de excitação total. Pois bem, estava passando perto de uma banca de revistas quando tive a idéia do que seria uma das minhas mais sensacionais transas... A banca estava cheia de homens. É que tinha acabado o campeonato de futebol e todo mundo se aglomerava nas bancas para ver as manchetes dos jornais. Decidi parar na banca. E parei o trânsito... Os homens logo desviaram a atenção para mim, e eu, propositadamente de costas, me divertia folheando umas revistas de sacanagem. Além do mais, eu vestida daquele jeito, e vendo aquelas revistas, provocava ainda mais os machos. Mas fingia que não era comigo e continuei tranquilamente com as revistas. De repente resolvi olhar para trás e pude perceber uns 10 homens ( no mínimo) simplesmente 'vidrados"na minha bunda. Três deles estavam visivelmente excitados e disfarçadamente, mexiam no pau. Vocês podem imaginar como fiquei com aquela cena. Se eu estava com tesão, agora minha xoxotinha transbordava de tanto tesão. Então, peguei uma das revistas de sacanagem, e abri bem na página onde havia uma foto de sexo grupal. Na foto havia uma única mulher nua, sendo devorada por um time de beisebol inteiro. Peguei a revista, mostrei para os homens e disse num tom safado: - Ah, se eu tivesse uma oportunidade dessas.... Imediatamente um negro forte passou a mão na minha bunda e disse: - Você quer pau, né vagabunda? Pois então vc vai ter um monte de pau pra te foder... Confesso que tive medo naquele momento, um monte de homem que eu nem conhecia, mas a excitação era maior. Simplesmente deixei que me conduzissem até uma pensão cheirando a mofo. Chegando lá, a recepcionista não queria alugar o quarto sob a alegação que era um estabelecimento familiar. Então disse à ela que pagaria em dobro... é claro que ela aceitou. No caminho até o quarto eu já estava sendo passada de mão em mão. Meus machos todos já estavam com o pau pra fora, e passavam a mão por todo o meu corpo. Finalmente no quarto, Pedro, o negro forte, tomou a iniciativa de tirar minha calça. E agiu com tanta violência que chegou até a rasgá-la. Um outro pardo veio e tirou meu top. Fiquei totalmente nua diante daqueles homens todos e mal tive tempo para pedir que não usassem de violência. Pedro me puxou pelo braço e fez com eu sentasse em sua pica grossa. Os outros todos esfregavam o pau na minha cara me deixando completamente sem ação. Mal conseguia enfiar um pau na boca, e outro vinha e queria ser chupado também. Optei pelo revezamento. Um outro rapaz, o mais bonito do grupo, se aproximou por trás, cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e começou a enfiar no meu cuzinho. Senti muita dor, pois seu caralho era imenso, além do mais estava com outro pau na buceta. E não podia reclamar de nada, pois minha boca estava ocupada com uns 8 caralhos. Mas a sensação de dor não era maior que o prazer que sentia. Cada vez que ele empurrava pra dentro do meu cuzinho eu urrava e rebolava. E pra completar minha foda louca, pedi que me desse uns tapas na bunda. O bonitão atendeu prontamente e tascou um tapa com sua mão pesada. Senti muita dor com esse tapa, mas insisti para que ele me batesse mais e mais. Eu sentia o gozo próximo e gritei para o bonitão rasgar meu cu que eu ia gozar. Ele atendeu e, numa única estocada, enterrou de vez aquele caralho descomunal no meu cuzinho. Gozei na hora. Eu gritava como uma vagabunda, pedia pra me bater, pra me foder, pra fazerem o que quisessem comigo. Logo depois o negão gozou na minha bucetinha e eu pude sentir seu leite quente escorrendo pelas minhas pernas. Um outro gozou na minha boca e quando eu fiz menção de cuspir fora, ele me deu um tapa na cara e me mandou engolir tudinho, que eu estava ali porque era uma vagabunda e tinha que fazer o que eles quisessem. Depois outro gozou e mais outro, e outro... quando dei por mim estava com esperma dos cabelos aos pés. Ainda faltava o bonitão que estava comendo meu cuzinho. Doía muito, então pedi para os outros me masturbarem o grelinho para que eu pudesse aguentar aquela pica grossa no rabo. Eles atenderam e me masturbaram freneticamente. Aquela sensação de ser enrabada por um caralho enorme, e aquelas mãos todas me masturbando, fez com que eu gozasse novamente, um gozo fantástico, inesquecível, o que fez com que o bonitão também esporrasse no meu cu. Fiquei quase desfalecida, mas os machos não queriam parar. Todos queriam me foder, mas eu não conseguia mais nada depois de tudo aquilo. Eles me agarraram e eu comecei a gritar, pedindo socorro. Fiquei morrendo de medo e caí em mim com a loucura que tinha feito. Logo apareceram duas pessoas na porta do quarto e os meus machos finalmente desistiram. Me limpei rapidamente, vesti as roupas, deixei uma nota de 100 reais na portaria e saí pra rua sem falar com ninguém. Entrei no primeiro taxi que apareceu e despareci. Desnecessário dizer que nunca mais parei naquela banca de revistas... |
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