Show de sexo |
|
Valéria não era nada daquilo que eu imaginava: Meiga, gentil, carinhosa ecasta como uma santa. Com um metro e setenta de altura, magra, seios médios, a bunda cheia e arrebitada, ela sempre me enganou. Pois foi com esta maravilha que tive minha iniciação nos prazeres do amor. O começo foi bastante banal. Valéria queria assistir a um filme pornô em minha companhia. Pois bem; fomos a um cinema na Avenida São João, aqui em São Paulo, que estava praticamente vazio. Sentamo-nos na última fila e notei que ela estava diferente. Mais alegre do que ele costume, falava o tempo todo e seus olhos azuis brilhavam de emoção. Vi que ali tinha coisa, mas não falei nada. Quando o filme começou, Valéria me abraçou e beijou ardentemente. Correspondi a seus carinhos. Ela passava a língua nos meus lábios e gemia baixinho. Sentada à minha direita, sua mão esquerda alisava meus cabelos, enquanto que a outra chegava a tocar em meu pênis, já bem duro. Ela já nem prestava mais atenção ao filme, e sussurrou ao meu ouvido: 'Estou molhadinha, quero tomar um pau na bundinha.' Achei a linguagem vulgar, mas a proposta era digna de consideração. Então, Valéria virou-se de costas, subiu de joelhos no banco, enquanto eu arriava suas calças. De quatro, ela esperou. Olhei para os lados e, ao me certificou de que ninguém nos observava, comecei a lamber seus ânus. A princípio, minha língua apenas o circundava. A Valéria gemia, pedindo para eu colocar a língua toda. No entanto, eu queria fazê-la sofrer um pouco mais e continuei a lamber. Ela rebolava, chorava e dizia não agüentar mais. Coloquei a língua em suas entranhas e foi como se ela houvesse tomado um choque: deu um gritinho. Eu parei imediatamente e olhei para ver se alguém havia percebido. Então, voltei a lamber-lhe o ânus. Valéria pediu para penetrá-la logo. Encostou o ventre sobre o braço da poltrona, deitando com as mãos apoiadas no banco do lado. Fiquei de joelho entre suas pernas, abri-lhe as nádegas e aproximei a cabeça de meu mastro. Olhei mais uma vez para constatar que ninguém nos espreitava e comecei a introduzir. A principio, devagar, porque Valéria é muito gostosa e bem merece ser apreciada com calma. Então, iniciei o movimento de ir e vir. Lentamente, eu ia penetrando mais fundo. Ela, no começo, não se mexia muito, porque o barulho da cadeira poderia chamar a atenção. Na medida em que eu ia entrando mais, porém, Valéria começou a se mexer. Réia começou a se mexer. Rebolava de leve, gemendo, dizendo que tinha a bunda mais gostosa do mundo. Resolvi não me apressar. Foi mais ou menos pôr aí que apareceu na tela uma cena de sexo anal. Ela, que não prestava atenção ao filme, parou até de se mexer para olhar. Como se fosse um sinal, enquanto a cena se desenvolvia, Valéria pareceu ficar fora de si: gemia, balançava-se, rebolava os quadris. Comecei a ir mais fundo, excitado com aquela situação. Ela mexia as nádegas para cima e para baixo e queria logo gozar. Então, levantou-se, ficando com as mãos apoiadas no mesmo banco onde eu estava sentado. Abracei-a, massageando-lhe os seios. Apertei-a com força, sentindo que meu membro estava todo dentro dela. Aquilo parecia não ter mais fim. Ela agora estava mais clama, mais relaxada e recostava a cabeça em meu ombro enquanto mexia as nádegas em movimentos leves. Senti que eu ânus se descontraía e parecia sugar meu pênis para dentro dela. Com isso, resolvi acelerar o ritmo. Valéria se excitou novamente e passou a rebolar com maior intensidade e a pedir para eu gozar logo. Ela percebeu que eu ia gozar naquele instante, apoiou-se o melhor que pode e fez as nádegas subirem e descerem. Aquilo me deixou maluco. Apertei seus seios com força, enquanto ejaculava violentava em seu ânus. Valéria tentou se controlar, mas não pode evitar os gemidos. Reprimiu o grito de gozo, mas estava satisfeita... Cai pôr cima dela e descansamos pôr alguns minutos. Finalmente, levantei-me e, com um lenço, me limpei. Achei aquilo o máximo. Entretanto, estava redondamente enganado. Alguns dias depois, com aquele traseiro maravilhoso, ela me proporcionou um verdadeiro show de sacanagem, para usar a palavra certa. Foi em seu apartamento, num sábado à tarde. Valéria e eu descansávamos um pouco, depois de três transadas quando tocaram a campainha. Fiquei surpreso, pois não esperava que alguém aparecesse. Valéria, porém, sabia das visitas. Eram dois crioulos. Um da altura dela, bem magro; e outro alto, quase dois metros de altura, completamente careca e um pouco gordo. Eles entraram e não notaram minha presença. Tinham muita intimidade com ela, se abraçaram e trocaram beijos como velhos amigos. Estávamos todos na sala e Valéria os convidou a sentar. Então, me apresentou a eles. O mais alto se chamava Ernesto e o outro, Jorge. Achei tudo muito estranho, mas, sabendo como ela é fogosa, tudo pode acontecer. Eu disse tudo bem, mas eu vou-me embora. Valéria preveniu-me que eu iria perder um grande espetáculo e que seria muito egoísta se fosse embora. Mudei de idéia. Na verdade, estava aborrecido. Se ela quisesse mais era só falar comigo, pensei. No entanto, ela queria companhia de outras pessoas. Valéria parecia hipnotizada, parecia querer gozar tudo o que pudesse e talvez os dois resolvessem o seu problema. Jorge sentou-se no sofá, abaixando a calça junto com a cueca. Tirou para fora o membro ainda totalmente mole. Valéria se pôs de joelho entre suas pernas, e começou a chupar o seu pênis. Enquanto isto, Ernesto se colocava pôr trás dela, e começou a lamber suas nádegas ainda lambuzadas com meu esperma. Jorge não reagia às chupadas dela. Valéria fazia tudo para levantar o pênis dele, mas não conseguia. Ele resolveu ficar de quatro para ela, e pediu que Valéria lambesse seu ânus. Ela atendeu prontamente: o membro dele começou a dar sinal de vida. Ernesto, pôr trás dela, continuava o que estava fazendo. Valéria pediu para ele penetrá-la logo. Então, ele levantou a cabeça e mexeu no pênis. Virou-se para mim e perguntou se ela agüentaria tudo aquilo. Quando vi o tamanho da coisa, fiquei espantado. Do aborrecimento passei à excitação. Meu pênis já estava bem duro. Enquanto isto, Ernesto tentava penetrar Valéria. Ela continuava a chupar o membro de Jorge, enfiando os dedos no ânus dele. Valéria usava ajoelhada no chão, Jorge ajoelhado em cima do sofá e Ernesto ajoelhado atrás de Valéria. Ernesto propôs que Jorge ficasse sentado na parte de cima de sofá, no qual Valéria ficava encostada, para ter maior apoio. Eles toparam. Jorge abriu as pernas e ela acabou ficando de joelhos em cima do sofá. Ernesto abriu as nádegas de Valéria e encostou a glande. O ânus dela estava aberto. Ernesto pressionou um pouco mais e Valéria gemeu. Ernesto então, pressionou um pouco mais. As duas mãos dele continuavam abrindo as nádegas dela. Depois soltou-as e começou a fazer o vaivém devagar, segurando-a pelas laterais. Valéria fez Jorge ejacular rapidamente, primeiro na boca e depois no rosto, ao passo que seus dedos pareciam afundar no ânus dele. Jorge gritou. Excitado com o que viu, Ernesto tentou ir mais fundo; Valéria reagiu com um berro. No entanto. Ernesto estava a fim de ir mais fundo e começou a pressionar. Ela começou a movimentar as nádegas para cima e para baixo, tentando facilitar o prazer e amenizar a dor. Mais ou menos um terço do membro já tinha entrado, mas os dois queriam mais. Valéria mudou um pouco sua posição no sofá de modo que ficou com o corpo de lado para mim. Nisso, Jorge já tinha saído da brincadeira e estava descansando em outra poltrona. Valéria, então, baixou a cabeça sobre a almofada, de olhos fechados, com um semblante de dor e prazer, movimentando o traseiro mais e mais. O pênis de Ernesto começou a entrar todo, enquanto ela gemia e berrava sem parar. Valéria pediu para ele acelerar e a cópula se intensificou. Ernesto começou a dar estocadas fortes, parecendo que ia gozar. Valéria mexia as nádegas de cima para baixo e vice-versa. Ernesto segurou-a com força e começou a gozar de maneira selvagem, parecendo que ia estourá-la pôr dentro. Valéria berrou, gemeu, chorou, fez tudo a que tinha direito. Lentamente, ela foi baixando o corpo, enquanto Ernesto ia parando. Aí, me levantei, excitado, e coloquei meu membro na sua boca e gozei, quase que automaticamente. Depois desse dia, nunca mais consegui transar com outra mulher sem me excitar primeiro lembrando-me daquele dia memorável. |
|
|
||||