Suélen no batalhãoCornos |
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Meu nome é Joacyr, escrevo este relato descrevendo como minha mulher se transformou em uma puta não consegue ficar sem uma rola bem grande no meio das pernas (como a minha só tem 14 cm.....). Minha esposa se chama Suélen, tem 36 anos, loira de cabelos cacheados pelo pescoço e muito gostosa. No início do nosso casamento, éramos bem ativos sexualmente, ou seja, eu nunca negava fogo, mas com o tempo o fogo se esfriou nos obrigando a fantasiar nossas relações. Eu sempre fantasiava ela com outro homem ou outros homens fodendo ela na minha frente. Ela dizia que eu era tarado, mas na hora também se excitava muito, porém sempre quando eu insinuava realizar nossas fantasias, ela virava a cara comigo e dizia que eu era um pervertido e que um dia iria me arrepender de dizer essas coisas para ela. Ficamos um tempo sem falar do assunto até que um dia estávamos voltando de uma boate, Suélen estava um pouco embriagada e alisava meu pau enquanto eu dirigia. Quando passamos em frente ao quartel do tiro de guerra de nossa cidade, ela disse que esses rapazes deveriam estar muito chateados por terem de ficar de guarda sem poder se divertirem à noite, eu disse que nem sempre, pois às vezes apareciam uma garotas que a gente chamava de Maria-batalhão e fazia a festa da moçada. Ela me perguntou como e eu disse que elas ficavam passeando perto da grade e então, quando um soldado chamava ela, ela corria para fazer uma chupetinha pela grade. Acho que Suélen se excitou muito com isso e disse que se eu quisesse realizar a minha fantasia de ser corno ela estava disposta a se passar por uma Maria-batalhão. Mas do que depressa eu dei a volta e parei o carro em uma praça perto do TG e fiquei olhando de binóculos enquanto ela desceu e começo a passear na calçada do TG. Ela estava muito gostosa, com uma saia curta e uma blusinha de alcinha que estava folgada ameaçando expor seus peitinhos quando ela andava. O soldado do posto que ficava atrás do TG começo a assobiar para ela, que respondeu com um olhar de vagabunda e continuou a andar empinando a bundinha. Quando ela passou por ele novamente, ele tirou o pau pra fora e colocou-o pelo buraco do alambrado, ela deu uma olhadinha pra mim e se agachou na frente dele para pagar um boquete, eu comecei a me masturbar no carro com aquela cena, ela chupava um cacete em público, numa rua sem movimento, mas de vez em quando passava um ou outro motorista que buzinava ou gritava obscenidades para minha esposa. O soldado se contorcia e não demorou para despejar seu leite na boquinha da minha Suélen, que foi pega de surpresa e recuou, recebendo alguns esguichos em seu rosto. Ela se levantou e ficou brava com ele, mas quando ele a chamou para entrar, ela correu para dentro do TG. Então, o soldado chamou os outros que vieram e ficaram surpresos com aquele monumento dentro do TG, e com medo de serem surpreendidos pelo sargento, correram com ela para dentro das instalações. Umas duas horas depois ela saiu cambaleando e entrou no carro toda lambuzada, eu senti um forte cheiro de porra que ela exalava. Eu perguntei o que tinha acontecido e ela começo a me explicar que quando ela entrou no TG, os soldados já foram arrancando a roupa dela e abaixando suas calças, todos os pintos eram enormes e ela foi fodida na buceta, no cu e no fim todos gozaram na cara dela. Chegando em casa ela dormiu sem forças para me contar os detalhes, mas passando a mão pelo seu corpo, pude perceber que ela não era mais a mesma esposa apertadinha, tanto no cuzinho como na bucetinha, ela tinha sido completamente arrombada esta noite. Agora ela me chifra quase todo dia, as pessoas me olham na rua e dizem "Lá vai o corno". Ela já deu pro lixeiro, carroceiro, padeiro, açougueiro, para o meu chefe e para os meus subordinados no serviço. Eu estou adorando essa nova mulher em que a Suélen se transformou e já fiz até uma lista de espera para os garotos da rua poderem vir comer minha mulher aqui na minha casa. |
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