Tara por médicos |
|
Não é de agora que tenho tara por médicos. Minhas fantasias sexuais com eles vêm desde quando eu era adolescente, principalmente quando passei a me consultar com um ginecologista. Foi movida por esse tesão que adotei o delicioso hábito de, ao me deitar, ficar imaginando transas com médicos de todas as especialidades. Até com os supostamente especializados na arte de curar pacientes ninfomaníacas, como esta internauta, aqui. Minha fantasia aumentou de intensidade depois que me casei e há uns dois anos, mais ou menos, decidi que estava na hora de colocar um pouco dessa criatividade toda para fora e ir à luta, colocar em prática essas taras. O engraçado é que, uma semana após tomar essa decisão, fui convocada para fazer exame periódico no banco no qual trabalho. Para minha surpresa, alguns dias antes fiquei sabendo que a médica que fazia o atendimento no ambulatório, grossa e chata como ela só, havia sido substituída por um homem divino. Alto, negro, olhos cor-de-mel, braços peludos (essa é a minha segunda tara, confesso)! Não hesitei em aproveitar a oportunidade para tentar seduzi-lo. Coloquei minha melhor lingerie, uma calcinha e um sutiã de renda preta, para a consulta. Como de costume, também estava cheirosa e bem vestida. Lembro-me até hoje como estava: um vestido preto curto, bem justo, meias finas e salto altíssimo. Na sala de espera, fiquei imaginando tudo o que poderia fazer com aquele negão gostoso, vestido de branco, dentro daquelas quatro paredes, no meio de estetoscópios, medidores de pressão, termômetros, curativos e tantos acessórios mais. Eu era a última paciente do dia e já passava das 6 da tarde. Doutor Fábio saía a todo instante do consultório para pedir coisas à enfermeira. Nessas idas e vindas, ele me olhou e manteve-se sério, dando a impressão de que nem sequer notou minha presença. A indiferença dele não abalou minha confiança nem me fez desistir da idéia. Cerca de meia hora depois, a enfermeira arrumou a mesa, despediu-se do chefe e saiu. Sozinha, estava tudo pronto para pôr em prática meu plano maquiavélico para conquistar aquele deus negro. Já não me continha de ansiedade quando dr. Fábio abriu a porta do consultório com a ficha na mão, olhou para mim e, com um discreto sorriso, chamou-me pelo nome. Senti um frio na barriga, as pernas tremeram e lá fui eu, com um desejo incontrolável de atacá-lo. Em momento algum pensei nas conseqüências que aquele estupro às avessas poderia causar. Sim, porque, para todos os efeitos, a funcionária do banco estaria assediando o médico da empresa. Cumprimentei-o com um olá e me sentei-me insinuantemente. E, claro, cruzei as pernas, ajeitei insistentemente os cabelos, passei a mão nos seios e esperei que ele iniciasse as perguntas. -- Pois, não, dona Valdeliz, a senhora está se sentindo bem? Passou a apresentar algum problema de saúde desde o último exame? -- Não, doutor. Com exceção de uns delírios noturnos que me consomem... -- Que tipo de delírio? -- Ah, não sei. Bem... Chega à noite, meus pensamentos são invadidos por coisas estranhas, minhas pernas tremem, a vagina... -- O que é que tem sua vagina? -- Bem, ela arde, queima... Será que é muito sério, doutor? Embora surpreso com minhas revelações, ele manteve a seriedade, enquanto fazia anotações em meu prontuário. De minha parte, eu insisto, não estava ali para brincadeira. E jurava para mim mesma que só sairia de lá desvirginada em termos de fantasia. O tesão aumentava cada vez que eu olhava para a maca, para o instrumental dele... Minha esperança de que Fábio, de um jeito ou de outro, embarcaria na minha onda surgiu quando ele se levantou da cadeira e foi até a pia, lavar as mãos. Ele estava com uma calça branca agarradinha que permitia visualizar onde se acomodava o monstro do prazer. Descruzei as pernas, cruzei-as novamente e não tentei esticar o vestido que, a essa altura, já permitia enxergar a calcinha. -- Sente-se aqui, dona Valdeliz, vamos examiná-la. Se for o caso, eu a encaminho a um ginecologista, ok? -- Está bem, doutor. Só espero que o senhor mesmo dê jeito nessa ardência, nesse fogo... Não confio na competência de mais ninguém. Ele fez de conta que não ouviu minha resposta, quase um apelo para que me satisfizesse o tesão que ardia entre minhas pernas. Colocou uma luva cirúrgica e pediu que eu fosse à sala ao lado, tirasse minha roupa e colocasse um roupão. Fiz tudo o que ele pediu, mas, propositalmente, vesti o avental ao contrário, deixando a abertura para trás. Das minhas peças conservei apenas o sapato de salto alto. Alguns homens morrem de fetiche... Voltei para a sala e encontrei o dr. Fábio sentado na cama, com o estetoscópio, instrumento indispensável em minhas viagens eróticas, na mão. Naquele momento, o volume de sua calça já não era o mesmo. Quando se levantou, notei que o membro tentava escapar entre a costura da calça, que parecia esmagar o pênis e os testículos... Aquilo, é claro, só me deixou ainda mais quente e perguntei se já podia tirar o avental. -- Calma, não precisa tirar tudo. Deite-se aqui, de bruços, que eu abro o avental -- apressou-se em conter minha notória empolgação. -- Como quiser. Juro que serei uma paciente bem boazinha, comportadinha.. Deitei-me, fechei os olhos e senti sua mão pesada, macia e quente tirando o laço do avental. Ele puxou uma parte e, em seguida, a outra. Senti o vento bater em meu ânus, em minhas costas. E também que ele fez uma pausa. Com certeza, estava analisando, apreciando o material. Apalpou minhas costas com pressão firme nos dedos, examinou minhas pernas, meus pés e, com todo o profissionalismo do mundo, massageou meus glúteos, como se estivesse procurando algum problema. -- Vire-se! -- Em qual posição, doutor? -- Por enquanto, de barriga para cima. O clima já não estava para brincadeira. Ele estava ofegante, nervoso... Perguntei cinicamente se estava se sentindo bem... Apesar da autocontrole que demonstrava ter, dr. Fábio estava visivelmente perturbado, para não dizer excitado, com meu potencial, que, modéstia à parte, não é pouco. Sou loira, tenho 1,75m, olhos grandes e verdes, corpo bronzeado, 23 anos. -- O senhor está bem, doutor? -- insisti em perguntar, disposta a não perder aquela chance por nada. -- Não muito, mas precisamos continuar... -- É, precisamos, urgente. Preciso de tratamento, de uma solução rápida para meu problema. -- Permaneça relaxada e abra as pernas. -- Ainda usando a luva cirúrgica, dr. Fábio passou o polegar nos bicos dos meus seios, apalpou os mamilos, os seios. Quando voltou ao biquinho, gritei: -- Aí, aí, doutor... Antes de minha xoxota arder, sempre sinto uma dorzinha incômoda bem onde o senhor está com o dedo. -- Assim dói também? -- perguntou, segurando o bico, com firmeza. -- Ah, um pouco... Nossa, doutor, o senhor é bom nisso... Sabe pegar exatamente onde a gente tem o problema. -- E onde mais dói? -- Ah, dói assim, por baixo. Quer ver exatamente onde? -- Mostra, dona Valdeliz, mostra. Peguei a mão dele, já toda suada, e a encaixei no meio de minhas pernas. Mais, segurei o polegar e o pousei na pontinha do grelo. Fiz um movimento circular, parei, voltei a usar a mão dele para me estimular, e ele deu continuidade sozinho aos movimentos... Sem disfarçar mais o desejo que sentia por mim, Fábio declarou que entregaria ali os seus pontos, mandaria a ética profissional às favas apenas para não deixar sua paciente voltar para casa com um problema tão sério de furor uterino. Para tanto, disse que precisaria pegar alguns acessórios para um tratamento eficaz. Foi até o armário, pegou um rolo de gaze, voltou e amarrou minhas mãos na maca. Abriu minhas pernas, numa posição ginecológica, e imobilizou também cada uma delas na maca. Em seguida, me besuntou inteira. Passiva e imobilizada, eu só sonhava com o instante em que aquela ferramenta, negra e portentosa, estivesse alojada dentro de mim, me forçando, me rasgando, cutucando meu útero, inteiro, farto, grosso... O médico mais do que sonhado por mim apagou as luzes. A única claridade vinha do aparelho que permite a análise das chapas de raios-X embutido na parede. -- Isso, dona Valdeliz, daqui a pouco a senhora vai se sentir bem melhor disse, roçando o descomunal caralho no meu rosto, ao mesmo tempo que se livrava das roupas. E começou a anunciar, passo a passo, o procedimento médico. -- Primeiro, dona Valdeliz, a gente lubrifica um pouco o local afetado - antecipou. E, sem que eu esperasse, disparou em cima do meu clitóris uma esporrada fenomenal. Sem deixar o mastro cair, esfregou de leve a glande no meu buraquinho, dizendo que iria colocar só a ponta do seu instrumental para uma análise da região. Ele roçou o pau na entrada, fez uma leve pressão, recuou, avançou mais um pouquinho, recuou novamente. -- Posso avançar no exame? -- indagou. Quase chorando, acenei positivamente com a cabeça e me contorci, à espera do ataque fulminante. E ele veio... -- Relaxe, dona Valdeliz, senão o aparelho não entra, ok? Relaxe para não se machucar -- aconselhou-me. E a tora se movimentou mais uma vez, empurrando, recuando, entrando, recuando, forçando, recuando, até a estocada final. Me senti totalmente preenchida e realizada. Gozei feito louca e ele ficou um tempão dentro de mim depois de gozar. Senti o esperma, viscoso e quente, escorrer por minhas coxas. Ele recomeçou as estocadas, gozou outra vez, para meu espanto, e disse que eu estava temporariamente curada. Deixei o consultório também temporariamente satisfeita, com o cheiro dele impregnado em mim. Por isso, volto regularmente ao consultório dele para que dr. Fábio me aplique o tratamento que apenas ele pode receitar e executar. |
|
|
||||