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Contos Eroticos

Técnico de sexo

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Sou técnico de máquinas de costura, e certo dia, ao me apresentar no trabalho, fui mandado à residência de dona Nelma, (nome fictício) para fazer reparos na sua máquina. Na mesma hora arrumei a maleta de ferramentas e segui para o endereço indicado. Na casa, fui recebido pôr um senhor de meia-idade, muito delicado. Chamou pela mulher e ela apareceu, muito bonita, delicada como o marido, vestida de short moderninho, perguntando: "O senhor é o técnico da máquina?" Fiz que sim com a cabeça e ela então me convidou a acompanhá-la à sala da costura. O marido, que ficara na sala, pouco tempo depois veio, curioso, saber que defeitos tinha a máquina; de morou alguns minutos e voltou à leitura dos jornais do dia, na sala. Desde o momento em que avistei dona Nelma, notei que ela me olhava com olhar pidão e não saia de perto de mim durante o serviço. O seu justíssimo short mostrava, provocantemente, o relevo do seu sexo, e isto me fez ficar naquela base, numa situação que não permitia que eu me levantasse, temendo a volta do marido dela. Não havia condições de poder disfarçar o volume sob as calças, pois sou um cara bastante bem dotado. Ela sentiu a situação e foi me dizendo baixinho: "Sua ferramenta é provocante; pelo que estou vendo, assim de fora, a do meu marido não é nem a metade." Aquela mulher ali agachada ao meu lado, me dizendo aquelas coisas, pra mim era o diabo. Ela roçava a suas coxas roliças na minha e pousava a sua delicada mão bem próximo do meu de desesperado membro. Baixinho, ao meu ouvido, ela começou a desfiar um rosário de queixumes sobre a sua vida conjugal: que estava casada há três anos é ainda não tinha experimentado as delícias da realização sexual; que seu marido não não era nem um pouquinho carinhoso e a deixava a ver navios, esperando avidamente a disposição dele: no máximo duas vezes pôr semana. E agarrando gulosamente o meu membro já a ponto de se desfazer nas calças, me perguntou maliciosamento: "Porque você não vem fazer uma revisão na máquina no domingo? Meu marido vai estar viajando e eu vou dar folga à empregada. Venha às nove horas. Estarei sozinha em casa." Terminei os reparos e pedi que ela saísse pra eu me recompor. Pouco depois, ela voltada na companhia do marido para me pagar o serviço. Alegre, me despedi do casal e, pelas costas do marido, ela me piscou o olho confirmando o nosso trato. No domingo, exatamente á hora marcada, toquei a cigarra da sua casa e ela já me esperava: abriu a porta sem aparecer, pois estava só de calcinha e sutiã. Logo que entrei, ela foi me agarrando, depois de fechar a porta, me abraçando e me beijando e descendo a mão à procura daquilo que ela tanto queria, encontrando-o já em fase de crescimento. Sem perda de tempo, levou-me para o seu quarto e logo começou a se desfazer dos pequenas peças. Eu, pôr minha vez, fiz o mesmo e, quando ela finalmente olhou para o meu instrumento, ficou maluquinha, e dizer: "Não sei se vou poder agüentar tudo isso ai. Veja como eu sou apertada e pouco trabalhada." Nessas alturas, já estávamos abraçados na cama, na maior carícia. Ela continuava falando: "O pênis do meu marido é pequeno e fino, e ele pouco me procura, como eu já te disse: nossa diferença de idade é muito grande" etc. Ela estava era apavorada e ao mesmo tempo fascinada pelo tamanho e pela avantajada circunferência do meu membro. Deixei que ela falasse para desabafar seus receios e culpas, e quando ela finalmente silenciou e me lançou o seu olhar pidão, eu toquei em seu clitóris. Foi o quanto bastou para ela começar a se derreter. Sem mais delongas, partimos para a introdução, que não foi fácil, pois, de fato, como me prevenira, ela era muito apertada para mim. Eu não tinha entrado nem a metade e ela já estava gozando (e eu também), dizendo: "Está doendo, mas com jeito vai." Não demorou muito, e todo o meu membro já tinha sido engolido. Ela, vibrando de gozo, pedia: "Bota mais, bota mais." A essa altura, o meu mastro começou a amolecer. Virei de lado, e ela, parecendo exausta, virou para o outro, colocando o seu traseiro nas vizinhanças do meu, membro. Na mesma hora, voltou toda a força dele - estava insaciável - e eu comecei a alisar aquele belo material, me preparando para dar o bote mas ela saltou toda dizendo: "Imagine, isto não é calibre pra pomba, que dirá pra traseiro. "Em face da sua reação, voltamos ao lugar antigo. Ela se desmanchou de gozo e eu não fiquei atrás; dessa vez a penetração fora mais fácil e ela gemia de satisfação. Depois de ficarmos pôr um bom tempo nos beijando e acariciando, ela me confessou: "Estou realizada. Nunca tinha sonhado coisa igual." Exaustos da dupla jornada, fomos tomar banho pra lanchar, pra voltar pra cama, pra nos despedimos daquela manhã maravilhosa. Em menos de meia hora, dávamos início a mais uma luta, que não deveu nada às anteriores, com ela gozando duas vezes. Voltamos mais uma vez ao banheiro e ali despedida foi uma troca de carícias, com ela ensaboando o meu sexo e eu o dela. Era meio-dia quando ela me deixou na porta - eu exausto, ela realizada, mas ambos estupidamente felizes. Nossos segundo encontro foi num sábado à tarde, 20 dias depois, e eu saí da sua casa altas horas da noite, depois de termos feito amor quatro vezes e ela gozados oito. Tudo aconteceu de maneira mais fácil do que da primeira vez, pois ambos já nos conhecíamos e sabiamos o que esperar um do outro - e com quanta ansiedade tinhamos experado! Dias depois, eu a encontrei num supermercado e ela me disse que o marido ia ser transferido e se mudariam de cidade. Com todos os riscos nos encontramos num motel, fizemos muito amor, lamentando a nossa próxima separação, chorando de emoção, pois naquelas alturas estávamos apaixonados verdadeiramente. Chegamos a planejar uma fuga, mas rejeitei a idéia, porque sabia que não tinha condições de mantê-la nos padrões de luxo em que vivia. Uma vez ainda, morto de saudade, arrisquei-me a bater em sua casa para vê-la. Ela me botou sentado na sala, mandou a empregada comprar cigarros e demonstrou com sua língua no meu mastro toda a saudade que sentia. Eu, pôr minha vez, a fiz gozar mexendo em seu clitóris róseo e endurecido, olhando muito pra ele e para os pêlos sedosos que quase o encobriam. Quando nos despedimos, ela me disse que o marido apenas aguardava ordem de embarque. Três dias depois, quem viajou fui eu, a serviço da firma, viagem que me consumiu quinze dias. Quando regressei não a encontrei mais; viajara com o marido para a Bahia. E evidente que fiquei triste, e triste ainda estou, apesar da esperança de que ela me mande qualquer notícia e que um novo encontro entre nós possa se realizar. A não ser que ela já tenha conhecido outro mecânico. Quem sabe?


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