Telefone erótico |
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Conheci aqui em Salvador um gaúcho chamando Carlos. Foi no dia do jogo Brasil x Uruguai. Estavam comigo mais duas amigas, quando ele se aproximou e de pois de um papo altamente descontraído combinamos um encontro à noite. Foi uma noitada excelente. Passeamos de carro pela cidade, pra ele conhecer, fomos jantar num restaurante típico e de lá saímos para uma boate, onde dançamos até as cinco da manhã. Na volta paramos na praia e tomamos um belo banho de mar - vestidos como estávamos. Daí pra frente, continuamos saindo quase todas as noites. O assunto principal das nossas conversas girava sempre em torno de sexo. Nada pessoal, entretanto. A companhia dele era realmente muito agradável - parecia um velho amigo, quando, na realidade, o conhecíamos há apenas poucos dias. O fato é que, quando passamos um fim de semana sem vê-lo, ficamos preocupadas. Na volta da praia, no domingo, resolvi ligar para saber como ele estava. Tivera alguns problemas de saúde, coisa ligeira, mas já estava bem. Começamos a conversar, mas eu estava desconfortável, queria tomar um banho, pois tinha acabando de chegar da praia. Pedi que me ligasse em seguida. Tomei um delicioso banho, me perfumei bastante, coloquei um short e fui para o meu quarto descansar e aguardar o telefonema do meu amigo. De repente ele ligou e pintou um branco entre a gente. Estava difícil falar ao telefone, pouco tínhamos a conversar. Perguntei o que ele estava fazendo e respondeu que estava lendo um conto da Contos Eróticos. Pedi que lesse para mim. Ele leu. Perguntei como ele estava vestido. Respondeu: "Nu, e você "Respondi: de short. Nesse momento, começamos a nos excitar. Ele pediu que eu tirasse o short. Tirei. Foi ordenando o que eu deveria fazer com as minhas mãos. Fui obedecendo. Ele dizia coisas lindíssimas, comecei a delirar. Havia gente em casa, eu precisava ter cuidado, pois a porta do meu quarto não tem chave. Pedi que esperasse e tirei rapidamente lençol que forrava a cama e me cobri. Debaixo dele, comecei a fazer movimentos vibratórios, com os dados bastante rígidos, sobre o meu clitóris terrivelmente umedecido. Estava totalmente molhada, o que fazia com que meus escorregassem, me deixando ainda mais louca e concentrada no prazer que ansiosamente buscava encontrar. Meus seios totalmente duros, meu ventre contraído me impunham requebros descontrolados ali naquela cama, sozinha. Enquanto isso, Carlos falava mil coisas ao telefone. eu só sabia sussurrar. me contorcia, gemia, escutando-o dizer: "Faz de conta que a minha língua está em teu sexo; mexe, querida; goza, amor. Queria poder estar aí para te beijar inteira. Sim, querida, faça gostoso. Faça, Mônica - faça tudo, aperte esses seios lindos, ai, querida, que gostosura, que maravilha!" Ele estava delirando de excitação. Se masturbava vagorosamente me dizendo que sentia os meus lábios tocarem a sua glande, a minha língua, e curtia no real os meus gemidos entrecortados, os soluços que eu tinha de conter para não ser ouvida pelas pessoas da casa. Eu já não agüentava mais. Pôr instantes, senti vontade de fazer penetrar o telefone dentro de mim. Comecei a morder o travesseiro, meu ventre subia e descia como se o Carlos estivesse de fato me penetrando. Louca de prazer, comecei a passar a língua no telefone como se ele fosse o sexo de Carlos. De novo eu mordia o travesseiro mexia, passava a língua no telefone, acelerava o ritmo dos dedos no meu clitóris, sussurrava e gemia. Me contorcendo de prazer, gozei, num grito abafado, preso entre os dentes, deixei existir o mais gratificante dos prazeres, num orgasmo múltiplo e total. E foi simultâneo - ele também gozou. Lá naquele quarto de hotel, sozinho, ele pode gritar e grunhir loucamente. Foi um gozo profundo. Tive espasmos e contrações como numa relação perfeita. Relaxei em seguida. Dissemos até logo mais, desligamos o telefone e adormeci. A noite nos encontramos. Foi bater os olhos em no outro e voltar toda aquela carga de excitação e emoção que tinhamos vivido ao telefone. Fomos direto para o quarto do hotel onde Carlos se hospedava. Ali recomeçamos, dessa vez ao vivo. Eu de pé, ele sentado na beira da cama, começou pôr tirar a minha roupa e depois, agachado, a sugar todo o meu corpo, que se contorcia de excitação. Ele então deu uma parada, olhou bem para mim, para o meu corpo, fotografia na sua imaginação e voltou a passar sua língua mágica pelo meu ventre, fazendo paradas demoradas no meu clitóris. eu permanecia de pé, com o meu sexo molhado e solto na sua boca macia. De repente, não agüentei mais: comecei a mexer os quadris e a gozar sem parar. Puxei-o então para a cama, beijando-o na boca (ainda com o meu gosto), e lhe pedi que introduzisse sua maravilhosa máquina dentro do meu sexo quente. Senti a penetração no meu corpo inteiro, na pele, nos ossos, nos cabelos, tal era a afinidade física que tínhamos. Carlos me cavalgava com movimentos acelerados e entre o meu corpo e o dele não havia diferença - éramos um só. Entre gritos e gemidos chegamos juntos ao rogasmo. Chorei de tanto prazer. Esta foi a mais deliciosa experiência sexual que tive em toda a minha vida. Jamais eu tinha imaginado que o telefone também fosse um instrumento sexual - que através dele as pessoas pudessem obter orgasmos maravilhosos. Espero que o Carlos não tenha perdido o número do meu. |
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