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Contos Eroticos

Tesão recompensado

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Sempre fui uma moca muito tímida e insegura. Nunca me insinuei para qualquer rapaz, por mais que desejasse. Meus raros namorados não duravam mais do que algumas semanas, pois, a primeira investida sobre os meus seios, as minhas coxas e minha boceta, eu me estremecia toda e começava a chorar desesperadamente. Era muito tímida mesmo. O pior de tudo isso é que, depois dos escândalos e recusas, eu corria ao meu quarto para me masturbar debaixo dos lençóis. Ficava imaginando o namorado "mal amado" tirando minhas roupas e me penetrando, enfiando um cacete enorme no meu cabaço. Imaginava ele invadindo a minha xoxota com aquele membro duro e grosso, jorrando litros do "leitinho" morno sobre o meu umbigo, sobre os pêlos da boceta e dentro da minha boca. O meu problema não era falta de desejos, mas o excesso deles. A vontade de ter um pau enfiado entre as pernas era tanta que eu tinha medo das conseqüências, caso me liberasse de uma vez. Por isso inventava desculpas para não transar e me masturbava três a quatro vezes por dia. Fui levando essa vida angustiada que permaneci virgem ate os 20 anos. Uma cabeça louca para dar, ao mesmo tempo que morria de medo de me entregar. Ate aquele fatídico dia em que meu primo, Igor libertou-me de todos os grilos e bloqueios. Estranhei muito o fato de Igor não sair de casa desde a minha chegada a Bauru. Ele passava a maior parte do tempo na frente da TV, usando um calção apertado que realçava a bundinha rebitada e as pernas másculas e morenas Todas as vezes que eu entrava na sala, me encarava dos pés a cabeça e soltava um sorrisinho sacana. Bem disso, nas saídas que os meus tios faziam regularmente a casa de amigos, Igor trazia um rapaz muito simpático para assistir filmes de vídeo. Trancavam-se no quarto do Igor e só saiam de lá altas horas da madrugada. Ficava imaginando como um rapaz tão tesudo e forte fosse capaz de se apaixonar por um outro igualmente másculo. Não demorou muito para que eu começasse a sonhar com Igor me comendo por trás e pela frente, usando aquelas pernas grossas e peludas para penetrar na minha buça. No meio de um desses sonhos, acordei sobressaltada. O calor era tremendo e minha calcinha estava complemente molhada. Fui ao banheiro para jogar um pouco de água fria e acabei encontrando a cueca do Igor largada sobre o boxe. Aquilo poderia funcionar como consolador, pensei. Na ponta dos pés, voltei ao quarto e passei a esfregar aquela cueca suja sobre o meu grelo, gemendo baixinho e imaginando que estava sendo devorada por Igor. Sentia o cheiro do pênis através daquele tecido semi-úmido. Chupava e cheirava as manchinhas amarelas de esperma. A sensação era quase real. Como a ansiedade de me bolinar e de gozar numa peça tão intima daquele homem era grande, não pude perceber que tinha deixado a porta do quarto entreaberta. Esse foi o meu crime e o meu lance de sorte. De repente, o próprio dono da cueca surgiu a porta com uma tremenda cara de espanto. Depois de me encarar por alguns instantes, fechou a porta sem dizer qualquer palavra, me deixando paralisada e impossibilitada de tomar alguma atitude. Não conseguia mais dormir. Revirava de um lado para o outro da cama, fazendo previsões do que iria acontecer caso meu primo contasse para alguém a cena que acabara de assistir. Passaram-se duas horas. Só pensava em arrumar as desculpas e as malas para me mandar de uma vez por todas daquela casa, quando a maçaneta da porta girou lentamente. Era Igor que voltava. Mas, agora, estava apenas de cueca. Com aquela cara de sacana, foi dizendo que tinha entendido a situação e eu não precisava explicar nada. Respondi que ele estava enganado. Que eu não era dessas meninas que andam por ai. Alem do mais, era virgem. Mas Igor estava insensível aos meus argumentos. Entrou debaixo dos lençóis dizendo que teria o maior prazer em quebrar o meu cabaço e me fazer feliz. Soluçando, pedi que me deixasse em paz e fosse embora antes que eu armasse um escândalo e acordasse os meus tios. Naquela altura Igor tirou o meu sutiã e começou a sugar os seios que surgiram a sua frente. Tentei me defender. Nos debatemos ate o momento em que ele perdeu a paciência. Disse-me que nenhuma gata fresca viria ate a sua casa para cheirar a sua cueca, instiga-lo e voltar para debaixo das saias da mamãe como se nada tivesse acontecido. Depois, puxou a minha calcinha e abriu minhas pernas. Neste momento, o amigo de Igor também entra no quarto, trancando a porta atras de si. Igor arrancou o seu pau enorme para fora e foi penetrando aquele membro duro na minha bucetinha apertada. Seguindo o seu exemplo, o amigo começou a me foder por trás, sem qualquer lubrificação. A dor era forte mas gostosa. Aos poucos, porem, o tesão que aquelas estocadas produziam foi aumentando. Comecei a sentir contrações no útero. Dois pintos enormes finalmente estavam dentro de mim e eu estava adorando. Parei de me debater. Agora, rebolava as ancas. Relaxei complemente quando o hímen pareceu se romper e o cacete grosso de Igor começou a se movimentar mais livremente dentro da minha "grutinha" melecada. Enquanto isso, o outro me enrabava gostoso. Tinha, também, um pinto enorme que já estava atolado dentro do meu anus. Naquele momento prometi para mim mesma que jamais deixaria de fazer amor. Eu já tinha perdido muito tempo em não ser fodida por dois homens ao mesmo tempo. A sensação nem se comparava com aquelas tiradas das noites de solidão. Os dois se beijavam apaixonadamente enquanto enfiavam as suas armas poderosas dentro de mim. Me davam beliscões e mordidas por todo o corpo. Senti que ia explodir a qualquer momento. A minha respiração dobrou de intensidade. Não pensei em mais nada naquele momento. Gozei como louca. Meus parceiros também não demoraram muito. Derramaram todo o esperma em cima de mim. Igor gozou aquele liquido quente no meu rosto, que escorreu deliciosamente ate o pescoço. Ficamos largados por alguns instantes, satisfeitos e exaustos de tanto tesão. Nem precisa dizer que as ferias foram prolongadas por mais duas semanas. Todas as madrugadas, os dois gatos vinham me violar no meu próprio quarto. Essa experiência me marcou ate os dias de hoje.


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