Todo cuidado que uma mulher merece |
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Olá. há tempos venho lendo os contos dessa página, e apesar de não haver enviado mail a nenhuma, confesso que sou fã de algumas garotas que aqui escrevem. Meu nome é Filipe (com "i" mesmo), tenho 25 anos e moro em Porto Alegre. Vou relatar a vocês uma relação que tive ainda na adolescência, que não foi minha primeira vez, mas que considero como tal por ter sido nela que aprendi a apreciar o corpo de uma mulher. Era uma noite fria do inverno gaúcho, recebíamos a visita de um casal de tios e uma prima, que moram no interior. Como de costume, ficamos horas conversando sobre nossas coisas, contando histórias sobre o colégio, namorados, namoradas, essas coisas. Tantas horas que todos na casa foram dormir, porém eu e minha prima Flávia continuávamos conversando animadamente, cada vez mais baixo pra não acordar ninguém. Flávia tem hoje 28 anos, porém pouco mudou em seu corpo de dez anos atrás. Seios médios, quadris largos e uma bunda linda. À medida que a noite avançava nossa conversa pendia para nossos namoros, e eu me deliciava com o que minha priminha contava. Queria saber mais, se ela havia transado, se tinha gostado, como tinha sido mas ela ria com um ar moleque e se esquivava. Até que ela, estimulada por minha curiosidade, devolveu a pergunta : "e vc, seu safadinho, não tá comendo as coleguinhas de colégio não? Até agora só eu contei, agora! é tua vez! E não adianta mentir que eu descubro!!". Crescemos praticamente juntos, apesar de morarmos em cidades diferentes nos víamos cerca de uma vez por mês e isso nos dava uma intimidade muito gostosa. Ambos somos filhos únicos e acabamos sendo como irmãos um para o outro. Dessa forma, e com o frio da madrugada aumentando, entrei para baixo do edredon junto com ela, como já fizera inúmeras outras vezes. Só que dessa vez estava encurralado. Teria que contar a respeito de minhas experiências sexuais, e não podia mentir... afinal, ela saberia. Contei que havia uma coleguinha sim, mas que não tava mais a fim dela. "Não mente pra primaaa....". Droga, não podia mentir... Resolvi me abrir com ela, afinal ela era mulher e poderia me ajudar. Contei que sentava ao lado da Adriana, com quem acabei por trocar alguns beijos escondidos nos recreios, até que marcamos um trabalho em grupo aqui em casa. Meus pais estavam na serra e naquele final de semana a casa seria nossa, poderíamos fazer bastante bagunça. ! Porém só compareceu a Adriana, a Lú, nossa colega de grupo havia furado. Depois descobriria que fora armação das duas. Contei que resolvemos ficar no sofá da sala assistindo um filme, enquanto esperávamos Lú. Adriana já sabendo que Lú não viria, tomou a iniciativa e me beijou. Eu retribui, e ela logo se adiantou em colocar a mão sobre minha perna. Era março, o verão deixava seus últimos dias de calor e aquele era um deles. Eu vestia um short de algodão e uma camiseta branca com estampa. Ela veio de saia curtinha, insinuante, mostrando um lindo par de coxas recém desenhadas aos 14 anos. Vestia também uma camiseta, mas seus seios pareciam diferentes dos dias em que nos víamos no colégio. Com a mão na minha perna, Adri começou a raspar as unhas em direção ao centro das coxas, o que me deixou arripiado e fez meu pau endurecer no ato. Abracei-a, coloquei minha mão em sua cintura. Ela pegou minha mão e posicionou por baixo da camiseta, onde pude sentir a pele deliciosa de sua barriguinha. Sua mão já se adiantava em direção ao meu pau, cujo estado el! a já percebera, de modo que estimulado pelas conversas que tinha com adolescentes da minha idade, me atrevi a levar a mão aos seus seios. Era isso! Ela não vestia sutiã, por isso o biquinho de seus seios estava tão saliente na camiseta. Ela não se conteve, colocou a mão por dentro da perna do meu calção, segurou meu pau e começou a me masturbar. Eu como louco ergui sua camiseta e mamei nos seus seios, com as mãos levantei a saia e tive nova surpresa. Ela não vestia calcinha. Agora percebia que ela havia armado tudo e que Lú não viria. Meu tesão foi às alturas, deitei-a no sofá, arranquei impaciente sua camiseta e sua saia, minhas roupas e tratei logo de penetrá-la em movimentos rápidos. Não demorei a gozar, e percebi a decepção em seu olhar. Ela pediu para ir ao banheiro, vestiu suas roupas e foi embora. Nunca mais sentou ao meu lado e o olhar de suas amigas me crucificava durante as aulas. Flávia ouviu tudo com atenção. Tomou a palavra e concordou que Adriana agira errado, mas que eu também deveria ter aproveitado mais a situação. Diante de meu olhar atento, Flávia descrevia como poderia ter agido, como poderia ter aproveitado todo aquele corpinho e deixado Adri louca. Fiquei excitado ouvindo-a, com a desculpa do frio coloquei os braços embaixo do edredon e comecei a me masturbar. Definitivamente não conseguia enganar Flávia. Ela pôs a mão nele e comentou : "você gosta disso né? ". Concordei, ao que ela respondeu que também gostava, e que sem que eu percebesse estava fazendo o mesmo enquanto eu contava a minha história. Para provar, colocou a mão no meu rosto e fez-me sentir seu cheiro delicioso. Flávia se aproximou mais de meu corpo, já assumindo a punhetinha que iniciara, e beijou-me com carinho. Usou o outro braço para me abraçar e puxar-me para junto de si, vencendo meu medo. O beijo foi longo, deslizou para o ouvido, onde sussurrou : "Vou ensinar meu priminho a deixar uma mulher doida!!". Disse-me para obedece-la em tudo que mandasse, e que nunca esquecesse pois aquela vez seria única. Concordei ainda assustado, e tratei de beija-la, já obedecendo sua primeira ordem. Coloquei a mão em seu pescoço, suavemente, por baixo do cabelo liso e longo. Rocei os lábios por seu rosto, em direção à orelha, onde me dediquei a mordiscar... raspava as unhas em seu pescoço, suavemente, e, sempre obedecendo o que ela dizia, desci meus lábios. Com uma das mãos acariciava um seio, firme e ao mesmo tempo macio, a outra procurava seus quadris, que por perfeitos, já anunciavam o que encontraria adiante. Minha boca a essa altura já passava pelo pescoço, fazendo-a contorcer-se com a cabeça, e se dirigia ao outro seio, até agora esquecido. Flávia não conteve um gemido delicioso _ que fez questão de erguer a cabeça para se aproximar de meu ouvido _ quando circulei seu mamilinho com a língua, pegando fogo de tesão e abocanhei-lo, mamando como um recém nascido. Juntei meu corpo ao dela, subi a outra mão e agora ambas se dedicavam aos seios, a língua alternava um mamilo e outro, sua mão acariciava meus cabelos e meu pau tocava a parte interna de suas coxas. Satisfeita, Flávia deu-me novas instruções. Minha língua deslizou então por entre seus seios em direção à barriguinha. As mãos continuaram dedicadas a pressionar e puxar suavemente seus mamilos, enquanto contornava de beijos seu umbiguinho. Cada vez abria mais a circunferência, de modo que já podia sentir o cheiro de sua bucetinha encharcada. Passei os lábios sobre seus cabelinhos ralos, bem aparados, e enfim me dirigi decidido... ao seu umbiguinho! Meus braços desceram e tratava agora de abraçar seus quadris, enquanto me despedia daquele buraquinho delicioso. Minhas mãos deslizaram então até suas coxas, minha boca desceu acompanhando uma perna e, resistindo bravamente para manter minha obediência, passou pelo ladinho dela, sentindo seu tesão e o cheiro delicioso de seu líquido. Minhas mãos seguraram suas nádegas, me deliciei mordiscando a parte interna de suas coxas fantásticas, descendo até o joelho por uma perna, subindo por outra, me aproximando cada vez mais de sua bucetinha, ansioso por experimentá-la de verdade. Flávia então me puxou pelos cabelos e empurrou meu rosto contra ela, fazendo com que quase me afogasse em sua buceta maravilhosa. Passei a língua por toda sua extensão, seu interior, e a sensação era de estar tomando goles daquele tesão delicioso. Minha priminha rebolava e fazia questão de esfregar aquela preciosidade no rosto, me enlouquecendo. Viciei e não queria mais abrir mão daquela posição privilegiada. Porém Flávia ordenou que subisse, ao que obedeci passando rapidamente a língua por seu umbiguinho, sua barriguinha, seus seios, seu pescoço, e beijando-a alucinadamente, oferecendo-lhe de seu próprio sabor, entranhado por todo meu rosto. Minha mão procurou novamente sua nuca, outra se encarregou dos seios enquanto meu pau já roçava as portas daquela buceta fenomenal. Lentamente fui penetrando-a, em movimentos circulares, acariciando seus cabelos e lambendo sua orelhinha deliciosa. Ela gemia, elogiava seu aluno e coordenava os movimentos de cintura como uma professora experiente. Proibido de gozar que estava, precisava por vezes parar os movimentos e depois retomá-los, mais rápidos à medida que sua buceta me sugava com volúpia. Foi então que recebi a ordem que há quase duas horas esperava : "Goza!!". Iniciei então a ultima seção de vai-e-vem, essa alucinante e com toda velocidade e profundidade que conseguia, puxei seus cabelos num misto de força e cuidado, e seus gemidos de prazer enquanto gozava foram o sinal verde definitivo. Esforcei-me ao máximo para meter o mais fundo que conseguisse naquela buceta deliciosa, e estourei num gozo descomunal! Apesar do frio, estávamos suados pelo calor do edredon, e temíamos que alguém tivesse ouvido nossos gemidos. Estava dada a lição. Um papai e mamãe único que me ensinou que a penetração é importante, sim, mas é inútil se desacompanhada de muitas, mas muitas carícias íntimas... e quanto maiores elas forem, maior será o prazer de ambos. A partir daquela noite nos tornamos cúmplices por completo de nossas transas, passamos a trocar dicas de posições, ela me falando do que a mulher mais gosta, eu lhe falando do que enlouquece um homem... Ao contrário do que havíamos combinado no inicio, voltamos a transar quando ela me confessou que tinha muito tesão por fazer sexo anal, mas não tinha coragem de experimentar com os rapazes com quem ficava. Foi ai que pude retribuir seus ensinamentos, numa transa que será motivo de outro relato. Mudei de colégio ao final daquele ano. Novas colegas, vida nova... não tardou para que surgisse outra oportunidade, e coloquei tudo que aprendera em prática. Passei a ser disputado pelas garotas da escola, e hoje me considero, graças a minha prima, um ótimo amante. Ela também, graças a intimidade que mantemos até hoje, porém sem havermos transado mais, tem deixado muitos homens doidos por esse Brasil a fora. Sou livre de compromissos, não tenho namorada, noiva, esposa, ou qualquer coisa que o valha. E nem quero. Tenho sim amizades coloridas com garotas de cabeça aberta e que preferem curtir a juventude numa boa, sem drogas, álcool em excesso, cigarro e outras burrices. |
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