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Tramas na Amazônia

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Por ocasião dos festejos da Semana da Pátria, que no Amazonas é mais extensa devido ao feriado do dia 5 (Dia da Elevação à Província), todos procuram usufruir o máximo possível os dias ociosos. desta forma, eu e alguns amigos programamos passar o tempo curtindo um bom jogo de vôlei, um papo agradável, piscina e um inevitável estoque de bebidas numa chácara próxima a Manaus, do meu amigo Carlos. Da turma eu era o único desacompanhado, já que minha mulher preferiu outro programa mais familiar. O fato de estar sozinho na chácara me deixou bastante intranqüilo e desambientado, se bem que me deu mais liberdade para admirar a beleza de Lúcia e Cristina, duas morena de corpo escultural. Infelizmente, ambas casadas com dois dos meus melhores amigos e que não tinham olhos para mim. Chegando à chácara, fomos logo caindo na piscina, já que o sol nos favorecia com todo seu esplendor. Foi nesse momento, com os corpos úmidos, que as belezas de Lúcia e Cristina me enfeitiçaram. Talvez pelo fato de Lúcia estar em Manaus apenas há cinco meses (ela casou com Fernando no Rio) e pôr ser eu o único amazonense do grupo, vi-me imediatamente inquirido sobre as coisas do Amazonas. De inicio não percebi nada de anormal e la estava eu falando da fauna, flora, das pessoas nativas e questões políticas da região. Mas, à medida que eu falava, notei também que, cada vez mais, ela me olhava com um interesse que transcendia aquele papo. Perturbado em minha inocência amazônica, procurei desconversar e fui ler alguns jornais que havia levado. Aparentando completa naturalidade, Lúcia levantou-se para mais um mergulho na piscina, desaparecendo magicamente na água. Abalado pôr tal interesse (pensei imaginar coisas, onde não havia o que imaginar), fiquei distante dela durante o almoço é o resto da tarde. Ao entardecer, o grupo se reuniu para um jogo de baralho e não tive outro jeito senão ficar um pouco mais perto de Lúcia. Durante o jogo, em determinado momento pensei que estava ficando completamente louco quando vi Cristina, mulher de Carlos, piscar em minha direção. Achando que o fato de estar sozinho me fazia ver coisas, dei uma desculpa qualquer e fui me sentar afastado do grupo, perto da quadra de vôlei, fora da casa. Saboreando um uísque, relaxei e dei vazão às minhas fantasias com Lúcia, imaginando-me nas mais belas paisagens das Mil e Uma Noites. De repente aquela pergunta: ´Pôr que você está fugindo de mim?´ Entre assustado, incrédulo e sonolento, vi Lúcia em pé, pertinho de mim, num shortinho jeans estonteantemente curto. Como que para confirmar, tornou a me perguntar, e eu tratei de dizer que não era nada disso, que estava apenas entediado. Puxando uma cadeira para perto de mim, olhou-me e, assim, de uma só vez, disse que eu havia despertado nela um enorme desejo, e que estava doida para transar comigo. Quase não acreditei. Era bem diferente romantismo que havia fantasiado. Lúcia era muito direta, objetiva. Fiquei preocupado com Fernando; e se ele suspeitasse dessas vontades de Lúcia? Completamente paralisado com aquela maravilhosa descoberta toquei-lhe levemente o rosto e a boca, passando suavemente os dedos em seus dentes. Aumentando meu espanto, Lúcia engoliu rapidamente meu dedo médio como se fosse um falo. Excitado pela disposição de Lúcia e encobertos pela escuridão da noite, nos beijamos com tal furor que pensei, pôr um momento, que os outros pudessem escutar os sons pôr nós emitidos. Mais calmo, comecei a desabotoar sua blusa e a desvendar seus belos seios. Médios, duros e empinadinhos, com salientes biquinhos marrons-claros, levaram-me a alucinações. Com carinho suguei-os demoradamente, sentindo o suave perfume que exalava de sua rala e loura penugem à altura da barriguinha. Meu membro já se encontrava completamente rijo pôr debaixo do short, quando Lúcia, com muito jeito, procurou tirá-lo de ral incômodo, para manipulá-lo à vontade com carinhos que me deixaram zonzo. Em meio aos carinhos, ela freneticamente sussurrava que adorava a mim e ao meu sexo. Já completamente esquecido da presença dos demais, encostei-me no tronco de uma mangueira e fiquei à vontade para receber em meu falo a gostosa boca de Lúcia. Demonstrando uma incrível habilidade, ela sugava e lambia com a ponta da língua as pequenas gotas de esperma que teimavam se libertar do orifício de meu pênis, até que não resistindo tanto prazer esguichei dentro de sua boquinha. Ainda não recomposto do gozo, senti que Lúcia ansiava pôr ter seu momento de prazer e não me fiz de rogado; coloquei-a sentada sobre o braço de uma cadeira, fazendo com que deixasse despudoradamente à mostra sua linda vulva de pêlos ralos. Ao ver aquela maravilha, detive-me pôr alguns segundos antes de mergulhar pra sentir em minha boca seu clitóris duro a pedir doces massagens. Percorrendo toda a extensão da vulva, às vezes detinha-me em seu pequeno e excitante orifício traseiro que, devidamente contraído, parecia engolir minha língua. No mesmo instante Lúcia se debatia freneticamente, sussurrando frases de amor e pedindo loucamente que a penetrasse. Ultra-excitado, preparava-me para satisfazer não só a vontade de Lúcia, mas nossa vontade, quando Carlos, de dentro de casa, chamou todos para o jantar. Um caláfrio percorreu minha espinha e, em segundos, estávamos devidamente vestidos e prontos para voltar ao grupo, como se nada houvesse acontecido. Pôr dentro, eu tremia com o receio de que alguém pudesse nos ter visto. Depois do jantar, o grupo se reuniu na varanda da casa para conversar e, para não fugirmo à ordem do dia, lá estávamos falando de política e crise econômica, assuntos que me interessam profundamente. Só que naquela noite não conseguiu raciocinar direito, com a imagem de Lúcia presente na minha cabeça. Auxiliados pela bebida, todos nós, inconscientemente, procuramos um tema que fosse bem mais geral e atrativo. Não é preciso dizer que o papo acabou versando sobre sexo e transas de cada um; foi quando percebi o quanto era liberal o relacionamento de Fernando e Lúcia. Esta, sequer olhava em minha direção e reagia como se nada tivesse acontecido. Enrolada, de vez em quando, no pescoço de Fernando, ela apenas deixava transparecer suas pernas bronzeadas, que, sob a luz do candeeiro, ressaltavam bem mais suas formas perfeitas. Tenso e teso, ajudado pelo uísque, preferi deitar-me em meu saco de dormir, fora, da casa, tentando reviver o acontecido e vivenciar sua continuação em meus pensamentos. Adormeci assim, não tem antes notar que muitos já haviam me imitado. No meio da noite despertei com a incrível sensação de que alguém manipulava meu membro, beijando-me carinhosamente. ´Que sonho!', cheguei a pensar. Entretanto, o hálito seco do uísque misturado ao cigarro não deixava dúvidas. Não era sonho, era Lúcia que no meio da noite, fogosamente desejava continuar nosso momento de paixão interrompido! Com inacreditável mestria, sua língua penetrou entre meus lábios sugando deliciosamente minha língua, quase mordendo-a. Em seguida, abandonou minha boca para procurar as orelhas e a nuca, mordiscando-as suavemente. Cheio de tesão, urrei de prazer quando ela lambeu meu mamilo esquerdo, enquando apertava levemente o outro. Não conseguindo mais resistir, debruçando-me sobre ela, proporcionei-lhe um verdadeiro banho de gato com minha língua, retirando de seus lábios ardentes gemidos de prazer. Praticamente montado sobre ela, vi, ao lado, um pequeno galho de goiabeira e tive a idéia de roça-lo em toda a extensão de seu corpo. Aquilo me dava um prazer enorme e vi que Lúcia também não resistiria pôr muito tempo. Gritando para que eu a penetrasse, pedindo que eu abusasse de todos os prazeres, Lúcia introduzia meu dedo em sua fenda. Tive que me conter para realmente não atendê-la e, procurando excitá-la mais ainda, comecei a chupar seu clitóris, enquanto enfiava levemente o dedo indicador em seu ânus. Lúcia arfava e rebolava como uma odalisca, indicando que o momento de seu gozo chegara. Sua vagina ganhara então, um sabor mais inebriante e pude deliciar-me lambendo-a como um gatinho lambe sua tigelinha de leite. Coloquei-a de costas e, com as pernas completamente abertas, sua vulva ficou exposta aos meus olhos e à penetração de meu membro, que rapidamente mergulhou, arrancando-lhe deliciosos suspiros. Num frenético vaivém, chegamos juntos a um orgasmo delirante, que não pudemos conter, tamanha era a sensação de êxtase. Estava ainda me refazendo do gozo, quando vi Fernando próximo de nós de membro em riste, brilhante, a indicar que havia se masturbado. Gelei, mas, com a calma que lhe peculiar, ele disse que tudo estava bem e que eu não precisava me preocupar, pois Lúcia lhe havia contado sobre seu desejo pôr mim e o que ocorrera antes de jantar. Dizendo que a relação de ambos era bastante franca, livre e que ambos já haviam transado com outras pessoas solteiras ou casadas, desde que sempre juntos. Fernando aproximou-se de nós acariciando os seios de Lúcia, enquanto ela sem nenhuma cerimônia abocanhava gulosamente seu membro. E eu ali, estatelado e surpreso, não acreditava no que via, naquele Fernando que nunca imaginei. Como as pessoas conseguem nos surpreender! Ainda estava com estes pensamentos quando Fernando começou a gozar balbuciando palavras obscenas, ao mesmo tempo em que enterrava todo seu membro na boca de Lúcia, que mal conseguia respirar. Mesmo envoltos na escuridão da noite, ainda assim pude observar que Lúcia procurava engolir todo o esperma do marido, que, satisfeito, deitou-se para o merecido repouso do guerreiro. Procurando dar vasão à sua insatisfação, Lúcia voltou-se para mim e rapidamente aplicou-me um beijo tão voraz que quase arrancou minha língua em descontínuas sucções. Com meu membro completamente rijo, Lúcia preparava-se para me montar. Colocando-o perto de sua gruta, foi abaixando-se lentamente e soluçando compassadamente à medida que sua macia vulva me engolia. Era como um ritual. Não agüentei aquilo, e rapidamente enterrei-lhe meu mastro até encostar nossos púbis e iniciamos freneticamente o galope do prazer, entre gritinhos, gemidos e soluços. Fernando levantou-se e, aproximando-se de Lúcia, procurou com jeitinho seu buraquinho rosado, já com seu membro em riste. Percebendo a intenção de Fernando, abrindo-se o mais possível, Lúcia antecipou seu gozo no momento em que Fernando penetrou-lhe apenas a cabeça do membro. Já com todo ele cravado em seu ânus. Lúcia entrou em transe, sussurando mil devaneios eróticos, acompanhados de gritos de volúpia. Decididamente, eu não suportava mais tanto tesão com aquela gata no cio entre nós, num verdadeiro sanduíche em que era o melhor recheio que se pudesse desejar. Entre berros, derramei todo meu líquido morno em suas entranhas, no que fui acompanhado pôr Fernando. Lúcia estava em seu terceiro gozo consecutivo. Completamente suados, deitamos e eu adormeci. O frio da madrugada veio me pegar despido ao relento. Acordei, procurei pôr Lúcia e Fernando e vi que já haviam voltado para casa. Enfiei-me em meu saco de dormir, mas não consegui mais pegar no sono. Pensava que tudo não passava de um sonho maravilhoso, mas o odor de sexo confirmava a noite de prazer e o cheiro de Lúcia ainda estava comigo.


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