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Contos Eroticos

Um erro da justiça, tornei-me viado na prisão

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Após mais de um ano sem tirar minhas merecidas férias, finalmente havia chegado meu período de descanso. Se não bastasse todo o tempo de trabalho sem folga, minhas duas últimas semanas foram um verdadeiro inferno. Muito trabalho para adiantar expediente, chefe buzinando na orelha e como se não bastasse isso tudo, tinha sido roubado 15 dias antes das férias. Os bandidos levaram além de dinheiro e cheque, uma boa parte de meus documentos pessoais. Na mesma época tinha terminado um namoro de anos com uma gatinha que pensei até que fosse casar com ela. Estava literalmente cheio e precisando de férias para descansar. Não podia mais esperar e logo no primeiro dia, peguei meu carro e fui tirar pelo menos uma semana numa cidade do interior paulista, me isolando de todo mundo para descansar. Chegando na cidade, percebi que a falta de sorte continuava a me perseguir: Cai direto numa batida policial. Os guardas pediram meus documentos, olharam minha carteira profissional e se dirigiram à viatura deles para tirar informações. Fiquei ao lado de meu carro esperando que voltassem. De repente vi dois deles correndo de arma na mão, apontando em minha direção e pedindo para colocar minhas mãos na capota do carro e ficar quieto. Obedeci assustado. Enquanto um deles gritava comigo para não me mexer, o outro colocou as minhas mãos nas costas e me algemou. Em seguida levaram-me para a viatura. Não entendia nada. Queria saber o que estava acontecendo e eles só mandavam ficar quieto, que eu sabia muito bem o que estava acontecendo. Na delegacia fiquei trancado numa sala por quase duas horas. Estava desesperado. Queria saber o porque estava sendo tratado daquela forma. Após um tempo, entrou um PM e me mandou sentar numa cadeira com as mãos voltadas para trás. Em seguida ele me algemou novamente e sentou-se à minha frente. Perguntei o que estava acontecendo, que queria falar com o delegado. Ele me mandou calar a boca dizendo que bandido e assassino só falaria se tivesse autorização. Falei que não era nada disso, que deveria ter algum engano e ele me respondeu que todo mundo quando é pego pela polícia diz a mesma coisa. Continuou dizendo que a polícia tinha sido avisada que eu estava sendo procurado como principal suspeito de um roubo seguido de morte. Contestei na hora e ele levantou-se, deu um soco em minhas costas mandando eu ficar calado e jogou sobre a mesa um fax onde um juiz havia assinado minha prisão preventiva. Fiquei sem reação. Meu nome estava lá. Mal podia acreditar naquilo.Tentei explicar que existem muitos nomes iguais ao meu e que fatalmente isso seria um engano, que devia ser um homônimo meu, que precisaria falar com o delegado. O canalha riu na minha cara e se aproximou de meu rosto dizendo que dependendo do trato que desse nele (apontando para o seu pau, já fazendo volume embaixo daquela calça justa) até poderia tentar fazer o delegado perder uns minutinhos comigo. Fiquei puto da vida com a situação e implorei mais uma vez para ver o delegado. Ele foi até a porta e trancou-a, voltando em minha direção. Agarrou minha cabeça e empurrou meu rosto de encontro ao seu pau dizendo: "Cara, você tem idéia o que os presos costumam fazer com um rapazinho bonitinho e gostoso como você à noite lá na prisão? Coisas muito piores que vou fazer com você agora. Tem gente lá que não sabe o que é mulher há uns 15 ou 20 anos. Abra a boca e chupe meu pau. Se fizer bem feito tento fazer algo por você..." . Ele afastou seu corpo de meu rosto, abriu sua calça colocando seu pau para fora e começou a colocar em minha boca. Eu me debatia como louco e ao sentir aquele pau em minha boca, dei uma mordida. Ele gritou retirando rapidamente seu membro de minha boca e me deu um tapa no rosto tão forte que até fiquei tonto. Me agarrou pela camisa e disse que eu iria me foder por ter feito aquilo. Deu mais um tapa, cuspiu em meu rosto e saiu da sala. No final da tarde fui transferido para a casa de detenção daquela cidade. Não adiantava eu falar nada. Não me ouviam e acabei levando vários socos toda vez que tentei falar algo. Cheguei com diversos presos na detenção. Estava humilhado e desesperado com a situação. Conforme passava no corredor das celas, o pessoal mexia comigo me chamando de tesão; que iriam fazer de mim a mulher mais cobiçada da prisão, além de escutar outras baixarias conforme era encaminhado para a minha cela (meu novo lar ou melhor, meu purgatório). A cela era pequena e deveria ter umas dez pessoas lá dentro. Queria chorar e berrar, mas tinha que manter uma aparência forte naquele local. Fiquei sentado num canto da cela enquanto todos me olhavam. Haviam 4 caras encostados e me olhando sem parar. Um deles parecia ser algum tipo de chefe (pelo jeito que os demais tratavam e falavam com ele). Nessa hora, dois caras da cela chegaram perto de mim dando pequenos chutes em minha perna dizendo que este canto da cela era deles (estavam provocando briga). Imediatamente o suposto "chefe" chamou os outros, apontou em minha direção e três vieram rapidamente àquele canto. Só disseram para os dois que estavam me provocando se sentarem e que me deixassem em paz...e que isto era ordem direta do "Comandante". O "Comandante" realmente era o cara mais respeitado naquele local, ninguém desafiava uma ordem dele (depois fiquei sabendo que até os guardas da prisão obedeciam uma ou outra ordem que ele dava). Quase não acreditei. Eles abaixaram a cabeça e saíram de perto comentando um com o outro que eu era um cara de sorte. Olhei para o tal "Comandante" e fiz sinal com a cabeça em agradecimento. Ele apenas fez sinal de positivo com o dedo da mão e continuou a conversa com os caras. Naquela noite, estava deitado no chão sobre uma manta. Não acreditava que isso estivesse acontecendo comigo. Mas o pior ainda estava por vir. Assim que peguei no sono, uns três caras me agarraram e colocaram um cobertor em meu rosto praticamente me sufocando. Depois tiraram e pude ver e sentir o "Comandante" deitado sobre meu corpo tapando minha boca com sua mão. Ao mesmo tempo senti uma ponta gelada em meu pescoço. Ele falou em voz baixa: "Fica quieto senão eu te espeto. Te furo e você vai sangrar até morrer, sem conseguir gritar. Você quer morrer, cara?" Só pude dizer não com a cabeça. Ele continuou: "Aqui a gente sente falta de mulher. E eu estou a fim de comer teu cu". Engoli em seco. Não sabia o que falar. Nunca pensei em passar por aquela situação. Tentei relutar e ele pressionou a ponta da peixeira em meu pescoço dizendo: "Cala a boca. Fica na tua. Vou comer teu cu agora. É melhor você não reagir ou você morre, entendeu?" . Estava desesperado. Senti que falava sério. Só balancei a cabeça dizendo que sim. Ele soltou minha boca, colocou minhas meias dentro dela e me virou de bruços no chão. Um cara ficou na minha frente segurando meus braços contra o chão; outro atrás de mim segurando minhas pernas e abrindo-as. O "Comandante" abaixou minhas roupas e colocou seu pau para fora, deitando sobre meu corpo. Sentia algo roliço, grande e duro sendo esfregado em minha bunda. Depois ele começou a lamber meu cu. Eu chorava abafado. Não acreditava que aquilo estivesse acontecendo comigo. De repente senti seu pau sendo posicionado na entrada de meu cuzinho virgem e apertado. Gelei, rezei, me debati. Não adiantou. Em questões de segundos ele enfiou sua vara alargando e dilacerando meu cuzinho. Ele não teve dó nem piedade. Em 5 segundos havia enterrado todo seu gigantesco membro dentro de meu cu e começou a me bombear rapidamente. Me sentia sendo rasgado. Não sabia o que doía mais, meu cu sendo invadido por um pau ou minha dignidade, meu orgulho sendo aniquilado por aquela situação. Não podia fazer nada contra ou impedir, apenas aceitar passivamente aquela situação e chorar. Após uns 10 minutos me comendo como um desesperado, ele retirou seu pau e derramou grande quantidade de porra em minhas costas. Os três levantaram, me deixando no chão com as calças arreadas como se não tivesse acontecido nada. Fiquei jogado no chão sem me mexer por uns 15 minutos (não tinha coragem e estava morto de vergonha....não conseguia olhar para ninguém daquela cela). Quando fui tentar levantar minhas calças, um outro presidiário se aproximou e tentou me comer. Só escutei o "Comandante" dizer uma única vez: "O primeiro que tocar ou desrespeitar a minha parceira pode se considerar morto!". O cara saiu imediatamente de cima de mim. Levantei minhas calças, fiquei encolhido, arrasado, chorando e pensando naquilo tudo. Lembrei do que ele falou: "tocar em minha PARCEIRA" ??? Quem ele estava pensando que era? Se pudesse iria matá-lo naquela mesma hora. Ou me matar. Não consegui mais dormir naquela noite. Na manhã seguinte, parecia que nada havia ocorrido na noite anterior. Passaram a me respeitar naquela cela, oferecendo chocolate e cigarro. Vários tentaram puxar papo comigo, mas eu estava acabado, envergonhado. Um deles sentou a meu lado e tentou me tranqüilizar dizendo que isso era muito comum naquele lugar... que não deveria me considerar inferior a ninguém e que a maioria das pessoas que passam por lá, cedo ou tarde são enrabados como eu fui.... uma espécie de boas vindas da turma. Lógico que alguns relutam, mas esses dificilmente conseguem sair com vida de lá. Naquela cela por exemplo, todos já tinham sido comidos pelo "Comandante". E mais de uma vez, como fatalmente iria acontecer comigo. A dica era para agüentar firme, que isso seria passageiro. Eu soluçava e choramingava... estava desesperado. O cara me abraçou e disse para ser forte... só assim sobreviveria. No resto do dia, ninguém mais me importunou. Pensei até que o "Comandante" tivesse me esquecido. No final da tarde, eu e o "Comandante" fomos colocados numa cela especial, separada das demais (ele realmente tinha domínio naquele local, inclusive sobre os guardas). Começou a puxar papo comigo me explicando como era o esquema no local. Que se tivesse algum engraçadinho me provocando ou mexendo comigo que era para eu avisá-lo que ele daria um jeito no "folgado". Disse que tinha me adorado. Que era bonito, culto e que queria fazer-me feliz, mas isso teria um preço. Era só eu não colocar dificuldades que estaria tudo bem. Ele me abraçou e disse que queria transar comigo, desta vez sem usar violências. Ele sempre se referia à minha pessoa como se fosse do sexo feminino (me chamava de gostosa, de tesuda, de parceira). Isso me incomodava e muito. Falei que tudo bem. Já que não tinha outro jeito, me submeteria às vontades dele, sob uma condição: que parasse de me tratar como mulher.... apesar de tudo, eu era homem e queria que me tratasse como tal (seria gostoso, tesudo, parceiro, etc). Ele ficou surpreso com minha audácia mas acabou concordando. Imediatamente ele pediu que tirasse minha roupa. Comecei a me despir. Ele ficou sentado na cama e disse para ficar de joelhos e que chupasse seu pau até ele gozar. Nesta situação não podia fazer nada, apenas obedecer. Quando coloquei o pau dele para fora pude ver pela primeira vez o que tinha me arrombado na noite anterior. Não foi à toa a dor que tanta senti. Aquilo devia ter uns 20cm, grosso, reto e extremamente duro, mas tinha um certo charme (apesar da monstruosidade, era muito bonito). Agarrei aquele pau e comecei a massagea-lo num movimento lento de vai e vem enquanto passava a língua em suas coxas, virilha e saco. Em seguida percorri com a língua toda extensão daquela vara até chegar na glande, abocanhando e introduzindo lentamente aquele cacete que começava a pulsar dentro de minha boca. Era muito grande e ao colocar um pouco mais da metade, já estava encostando em minha garganta, o que me deu náuseas de imediato. Tossia muito e ele segurou minha cabeça falando que teria que chupá-lo até me acostumar e parar de ter náuseas. Fiquei chupando aquele cacete um tempão. Conforme o tempo passava, conseguia introduzir um pouco mais. O "Comandante" começou a se excitar fortemente com minha chupada e segurou minha cabeça puxando-a pelos cabelos de encontro ao seu pau. Ao mesmo tempo ele avançou o quadril empurrando ainda mais seu pau para dentro. Senti aquele gigantesco pau entrar totalmente em minha boca. A cabeça daquele pau preencheu totalmente minha garganta. Fiquei desesperado pois além da sensação de enjôo, não conseguia respirar (não passava ar...estava sufocando). Ele ficou fodendo minha boca e garganta por um tempo e eu estava quase desmaiando por falta de ar. Quando ele soltou, cai no chão tossindo, engasgando com minha saliva... foi horrível. Ele gritou comigo dizendo que não era para parar, que voltasse imediatamente pois estava uma delicia comer minha boca daquele jeito. Voltei a chupá-lo e às vezes ele dava uns tapinhas com a mão aberta em meu rosto dizendo para mamar, para succionar, para sentir seu pau entrando goela abaixo. De repente ele puxou minha cabeça com força em direção ao seu pau tendo contrações de toda a musculatura de seu corpo (parecia que estava tendo um ataque epiléptico). Nessa hora senti um volumoso e forte jato sendo derramado em minha garganta. Afastei um pouco a cabeça de modo que a glande ficasse repousando no dorso de minha língua. Seguiram outras inúmeras ejaculações dentro de minha boca; sentia aquele pau dilatar e contrair a cada segundo, derramando grande quantidade daquele líquido quente e espesso. Precisava respirar, e acabei engolindo a primeira quantidade de porra derramada em minha garganta. Respirava pelo nariz enquanto sentia minha boca cheia de porra e aquele pau pulsando lá dentro. Ele deu um tapa um pouco mais forte em meu rosto mandando eu engolir tudo. Deu outro tapa e disse para obedecer. Comecei a engolir aquela quantidade grande de porra misturada com saliva em partes. Cada vez que deglutia uma parte, o cacete dele era succionado mais para dentro, arrancando gemidos de prazer. Após um tempo havia deglutido tudo, afastei a cabeça e voltei a tossir (tinha engasgado). Ele recolocou aquele pau em minha boca mandando que o limpasse bem passando minha língua nele até que ficasse totalmente mole. Depois disso, mandou que me deitasse ao lado dele para descansarmos. Acabamos dormindo um ao lado do outro e ele me abraçando. No terceiro dia voltamos para a cela normal. Na hora de tomar sol, um grupinho de presos (de outro andar) estava me secando sem parar. O "Comandante" percebeu e foi falar com o responsável (o chefe dos presos) daquele grupo. Vi uns caras chegando perto daquele grupo e logo em seguida baixaram a cabeça e saíram do local. Meu "Comandante" estava cumprindo seu papel e o que havia me prometido... que ninguém iria me incomodar dentro daquele local. No final da tarde, fomos colocados de volta naquela sala especial, apenas o "Comandante" e eu (essa rotina durou quase 30 dias e em todos eles, acabamos transando). Fui comido quase todos os dias por ele, sempre iniciando com uma chupada e ele me comendo depois em diversas posições (de bruços, de quatro, de lado, no famoso "frango assado", em pé, ajoelhado...). Meu cuzinho implorava uma pausa (comecei a me acostumar com a dor e inclusive até sentir uma espécie de prazer, pois a partir do quinto dia, meu pau endurecia toda vez que ele me penetrava e, dias depois, ficava excitado desde o início, com a chupada que fazia nele e até mesmo num simples toque corpóreo). Por volta do décimo dia, após ter sido comido por ele, estávamos deitados descansando. Ele pressionando seu pau em minha bunda. Até este dia, meu papel era de dar e não de sentir prazer (ele não deixava nem me masturbar). Estava com muita porra acumulada e desesperado, tanto que achava que iria gozar nos próximos dias mesmo sem colocar a mão em meu pau. Quando estava me comendo, meu pau pulsava de tanto tesão, e se demorasse um pouco mais iria gozar sozinho, sem precisar mexer nele. Neste dia, ele me abraçou e fez uma coisa nova: pegou em meu pau e começou a me masturbar. Estava muito sensível e disse para ir devagar pois precisaria de muito pouco para gozar. O safado aumentou rapidamente a manipulação e não deu nem 1 minuto e gozei como louco. Estava uns 10 dias sem gozar. Nunca imaginei que pudesse gozar tanto e tão longe. A porra que caiu em sua mão, ele me obrigou a lambe-la. Dois dias depois, ele acabou me chupando e derramando minha porra em seu rosto, pedindo que ficasse lambendo seu rosto até limpá-lo totalmente. No décimo oitavo dia, acabei comendo o cuzinho de meu "Comandante". Foi uma delícia. Finalmente, depois de mais de duas semanas, acabei sendo o ativo da história. Neste dia já tínhamos mais liberdade um com o outro e expliquei meu caso, que tinha sido vítima de uma injustiça e que não tinha conseguido falar com ninguém para tentar me explicar e me defender ....que havia sido simplesmente jogado naquele local sem qualquer chance de me defender. Ele disse que ainda bem, do contrário jamais teria me conhecido (mentalmente concordei com ele... já tinha me acostumado com a situação constrangedora de trepar com outro homem, e estava até gostando disso tudo). Ele disse que não prometeria nada, mas iria tentar fazer algo a respeito disso em meu favor. Os dias seguintes, tornei-me sua mulher definitivamente; ele me comia às vezes duas vezes por dia; mas apesar disso, me tratava como um homem e com muito respeito qualquer na frente dos outros. Era o trigésimo dia de detenção. Minhas férias haviam terminado. Pelo menos alguém iria sentir minha falta depois de todo esse tempo e, mentalmente, esperava que alguém do meu serviço fosse me procurar e descobrisse que havia sido injustiçado... que fizessem algo para me tirar de lá. Neste dia, minha transa com o "Comandante" foi diferente; mais quente que o normal. Enrabei-o novamente e ele me comeu umas três vezes naquela noite (parecia uma transa de despedida...e realmente era, mas só fui saber disso na manhã do dia seguinte). Ele me contou que conseguiu manter uns contatos e que em breve teria a chance de falar amigavelmente com o responsável da detenção e que se fosse verdade, estaria em liberdade em poucos dias. Fiquei feliz com isso e não sabia como agradecer (até sabia, queria dar para ele novamente). Ele me explicou que aquela tinha sido nossa última noite juntos, que eu seria transferido de andar e ele tinha sido obrigado a me colocar num rolo com os "comandantes" dos outros andares. Fiquei perdido. Não entendia nada. Ele falou que fazia parte do esquema interno (troca de favores) e como eu era desejado por outros, e que fatalmente seria posto em liberdade em pouco tempo, ele negociou com os caras o meu corpo. Fiquei puto da vida. Eu? Ser negociado como uma inerte mercadoria? E o sentimento? Ele pediu desculpas mas disse que não tinha mais jeito. Deveria ser assim e me aconselhou a continuar agindo com os outros como tinha sido com ele; para não me preocupar que duraria pouco e sem maiores sofrimentos....no máximo uma semana. Queria arrebentar a cara dele, mas acabou chegando um guarda e me escoltando para o andar de cima. Estava sozinho e totalmente desprotegido. Começou o inferno novamente. O "Comandante " daquele andar, conhecido como "Marronzinho", também queria que eu fosse seu amante, mas estava puto da vida e comecei a desafiá-lo e relutando contra suas investidas. Neste dia tive a oportunidade de me explicar com os diretores da detenção que prometeram investigar meu caso. Naquela noite, o Marronzinho queria me comer de qualquer forma, mas fiz a loucura de relutar não deixando ele fazer nada. Ele só olhou para mim e disse: "Pena... você iria gostar. Sabe, tem um monte de gente aqui querendo tirar o atraso com você, e será muito fácil conseguirem isso sem ter alguém para te proteger". Verifiquei isso no dia seguinte. Tinha uma espécie de sala de musculação naquela detenção, onde os musculosos ficam treinando (nada parecido com academia ...tudo improvisado). Um deles (que mais parecia uma porta) me disse que o "Comandante" queria falar comigo naquele momento e que era para segui-lo. Quando percebi, estava nesta sala de "musculação". Tinha caído como uma criança inocente naquela armadilha. O cara que me acompanhou encostou a porta e me empurrou para dentro. Na sala tinham uns seis caras, todos musculosos e mal encarados. Não teria a mínima chance de lutar com eles pois acabaria morrendo lá. Eles me cercaram e um deles disse: "Oba! Que aperitivo delicioso!" . Em seguida, ele me abraçou carregando-me para um dos bancos da sala. Tiraram minha roupa, me colocando de bruços e começou a festa. Fui currado pelos 6 musculosos. Fiquei mais de uma hora recebendo cacetes de diversos tamanhos e diâmetros em meu cuzinho que no final estava pegando fogo de tanto que ardia. Me fizeram pegar, chupar o pau de todos (um chegou a gozar em minha boca) e todos, sem exceção me comeram em todas as posições possíveis e imaginárias. O Marcão (o mais forte deles, inclusive hiperdotado ...devia ter uns 25 cm) não conseguiu me comer das formas tradicionais. Dois deles me seguraram pelos braços; outros dois pelas pernas (mantendo-as totalmente abertas) e um outro cara me agarrando pelo tronco, me levantaram do chão onde fiquei suspenso no ar. Marcão deitou no banco e segurou firmemente sua tora na vertical. Os caras me posicionaram bem em cima dele e começaram a abaixar meu corpo me obrigando a sentar naquele cacete imenso. O Marcão foi introduzindo seu pau em meu cu secamente, sem dó. Me sentia sendo rasgado no meio. Ele ficava fazendo movimentos de vai e vem e os caras abaixando e levantando meu corpo até encaixar todo aquele mastro em mim. Eu urrava de dor, tentava me espernear, chorava e pedia que parassem pois não estava agüentando a dor. Mas só atenderam meu pedido depois que o Marcão esporrou, me lambuzando todo com porra. Jogaram-me no chão. Sentia escorrer algo de minha bunda. Era sangue. Literalmente tinha sido arrombado por aqueles caras e sentia muita dor. Dois deles se excitaram novamente e voltaram a me comer, ali no chão mesmo. Os outros ficaram se masturbando sobre meu corpo que já se apresentava com marcas roxas pelos chupões que havia recebido nas costas e peito. Cuspiram em meu corpo dizendo que eu era o viadinho mais gostoso que tinha aparecido naquele local e um deles ainda completou a humilhação: colocou o pau para fora e mijou em meu corpo. Saíram da sala mandando que arrumasse e limpasse tudo, do contrário, fariam tudo isso novamente. Quando voltei para a cela, o "marronzinho" riu e disse: "Viu? Não te falei? Que tal fazer comigo? Assim você não precisa mais passar por isso". Concordei e pedi que fosse feito só no dia seguinte, pois estava muito machucado. Ele disse que tudo bem...que a partir do dia seguinte eu seria apenas dele. Trigésimo segundo dia. Finalmente a minha maré de azar começou a passar. Bem na hora que o "marronzinho" iria transar comigo, chegaram os guardas e me levaram à sala do diretor, dizendo que não sabia como tinha acontecido isso tudo. Pediu mil desculpas pelo engano. Que existia um homônimo meu que era o responsável pelo crime e que ele já estava preso em São Paulo há muitas semanas. Fui colocado em liberdade tarde demais. Nunca fui tão humilhado assim. Foram 32 dias dando o cu, sendo humilhado, inferiorizado e perdendo definitivamente as pregas de meu cuzinho. O prejuízo foi maior ainda quando soube que havia perdido o emprego (justa causa: abandono de emprego ...minhas férias tinham terminado e não voltei ao trabalho). Como não queria que ninguém soubesse dessa historia, não tinha desculpas e fui despedido. Minha vida mudou radicalmente em todos os sentidos. Estranhamente perdi um pouco o interesse que tinha pelas mulheres (tive alguns casos, mas durante o ato sexual sentia-me incompleto). No desespero de ter dinheiro e sobreviver em plena época de crise (estava difícil arrumar emprego) e de me satisfazer sexualmente, acabe tornando-me um garoto de programas, fazendo ponto no Trianon. Afinal, pelo menos experiência sobre isso eu tinha e bastante. Tive vários casos, inclusive com mulheres. A maioria dos caras que me contratavam, era para comê-los (poderia até escrever diversas histórias sobre cada um deles). Nesta fase, dificilmente era procurado para comerem meu rabo. Comecei até sentir falta daquela sensação de um pau invadindo minha bunda. Numa das noites, apareceu um golzinho modelo antigo com um cara de uns 35 anos, bonito, corpo malhado e super educado. Fomos a um motel e transamos de todas as formas. Apesar dele ser mais ativo, também acabei comendo ele no final da noite. Conversamos muito sobre diversos assuntos e parecíamos amigos de longa data. Dia seguinte voltou a me procurar. Neste dia a transa foi tão gostosa que nem cobrei nada dele, apenas pedi que ele pagasse as despesas do motel. No terceiro dia a história se repetiu, só que eu quis pagar as despesas. Ele insistiu para que eu recebesse algo, mas recusei. Entretanto, disse que talvez não fosse mais interessante continuarmos com isso pois estava realmente gostando dele e que negócios e sentimentos não poderiam se misturar. Ficou me observando um tempo e perguntou porque tinha escolhido este trabalho. Pela primeira vez contei toda minha história a alguém. Até que foi bom desabafar, mas acabei chorando pela lembrança desagradável do passado (desagradável pela humilhação, mas muito boa pois experimentei algo que jamais teria feito em condições normais). Ele perguntou em que trabalhava antes. Quando respondi, ele disse que conhecia uma pessoa que estava precisando de alguém para trabalhar neste ramo. Perguntou ainda se eu conseguisse este emprego, se continuaria nesta vida. Não sabia responder. Fazer isso por dinheiro é claro que não precisaria, mas fatalmente iria procurar alguém como ele para dividir meus sentimentos e vontades; tinha forçosamente me tornado um homossexual. Ele ficou quieto e mudou de assunto. Na noite seguinte, apareceu um BMW 235i novinho em folha e encostou à minha frente. Abaixou um pouco o vidro e vi uma mão pedindo que entrasse no carro. Quando entrei, fiquei sem reação: era o cara novamente. Nesta noite fomos ao apartamento dele, um duplex na região dos jardins. Ele era dono de duas empresas e que tinha o emprego que eu procurava. Resultado: deixei a vida de garoto de programa, arrumei o emprego que queria e, de quebra, um atencioso e delicioso namorado que vivemos juntos há 7 anos, me comendo quase todas as noites com muito luxo e carinho. Em outra oportunidade conto uma de minhas transas com ele.....


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