Uma experiência diferente |
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Caros leitores deste site, sou frequentador assíduo desta home, embora seja casado, com dois filhos, ainda me masturbo frequentemente pois minha mulher não tem coseguido me satisfazer completamente. Não sou super nada, pelo contrário, moro no norte de Santa Catarina, filho de emigrantes alemães, 33 anos, loiro, olhos azuis, 110 kg, 1,75 de altura com uma barriga de cerveja bem legal. Trabalho como na área de sistemas de uma empresa, porém como hobby faço um programa numa rádio, e como não poderia deixar de ser, recebo muitas cartas nas quais pessoas escrevem oferencedo músicas uma para outras, e dentre elas uma me chamou a atenção, pois o pedido era para mim, e nela continha o telefone, me convidando para entrar em contato, relutei um pouco, porém resolvi ligar, e para minha surpresa, uma voz bem suave me atendeu, dizendo que gostaria de conversar comigo pessoalmente, que ouvia o meu programa e me conhecia etc. Eu perguntei a ela se não era nenhuma gozação, pois eu a conhecia, de vista ela é uma morena bonita, magra, cabelos compridos negros, uma boca com lábios finos e uma bunda bem arebitada, bem diferente das loiras que por aqui existem em abundancia, e que também gosto muito, e ela disse que não e que realmente queria sair comigo, então marcamos para o dia seguinte, e como Maria (fictício), é casada, mãe de dois filhos, resolvemos que ela sairia a pé do trabalho e eu a apanharia na rua, e ela daria uma desculpa para o marido. Tudo arumado, apanhei ela na rua, entrou no meu carro, me beijou suavemente no rosto e fomos para um clube no qual sou sócio, e sabia que o lugar onde se realizam os bailes estava vazio, entramos tranquei a porta, ficamos naquele lugar imenso, sobre o balcão, abrimos uma cerveja, e começamos a nos beijar, a cada gole de cerveja eu mamava nos seis seios provocando grandes arepios em seu corpo, ela tomava outro gole e passava a lingua gelada no meu pescoço, já estávamos despidos, e continuamos nesta bolinação até que encontrei sua bucetinha já totalmente umedecida, onde me deliciei em seu clitoris, e entrando com a língua até o fundo depois de cada chupada em seu badalinho, cada vez que ela estava prestes a gozar, eu parava, tomava um golinho gelado e voltava com a lingua naquele lugar maravilhoso, até ela não aguentar mais e gozar voluptosamente na minha língua, eu aproveitava seu abundante líquido e masageava o burraco róseo da sua bundinha, colocando a ponta do indicador, num leve e carinhoso movimento de vai e vem, ela se contorceu, e relaxou, pediu um tempo para mim parar pois estava desconfortável sobre o balcão, peguei-a no colo, com muito cuidado e eu com o pau duro apontado para cima, coloquei-a sentada numa cadeira na minha frente, ela num movimente ágil, pasou os braços ao redor da minha bunda me puxou contra si, engolindo meu pau de uma única vez, chupava habilmente, com uma mão me masagendo as bolas, e com a outra pegou o copo de cerveja que estava sob o balcão, e não tirando o pau da boca, olhou para mim, percebi que soriu e com os lábios encostados na cabeça, como se fosse um microfone ela me disse, agora te segura pois farei o que fizeste comigo, e tomou um gole, deixou o líquido em sua boca em seguida com cuidado forçou a cabeça do meu pau para dentro de sua boca fechada, não deixando nenhuma gota pingar, e eu sentia meu pau gelado por dentro, e os lábios quentes por fora, eu tremia e me arepiava como nunca havia acontecido comigo, quando sua boca esquentava, ela tornava a repetir a dose, minha bolas doíam de tesão, até que disse a ela, que iria gozar, ela ironicamente, olhava para mim, dava um leve soriso, abriu bem a boca botou a língua para fora e deixou minha pica praticamente apoiada sobre sua língua, em movimentos lentos e precisos ejaculei como nunca dentro de sua boca aberta, ela com gemidos dizia que também gozava e mexia a língua em contorno dos lábios com a boca aberta, lambendo a cabeça do meu pau, eu me segurava para não cair, até não sobrar uma única gota ela não parou, nos recompomos, ambos sentados, ela no meu colo, bebemos mais uma, até que ela sentada no meu colo começou a mexer comigo, me lamber o pescoço, orelhas, logo tive outra ereção, então eu sentado na cadeira, e ela de costas para mim começou a forçar a entrada na sua grutinha, até que conseguiu agasalhar tudo, sentando sobre meu saco, e eu fiquei com as duas mãos livres, e beijando suas costas, com uma mão masageava seus seios com a outra comecei a segurar meu pau quando ela subia, umedecendo um dedo para brincar com sua bundinha, comecei levemente ao redor, e quando estava bem relaxada, introduzi bem devagarinho, ela parou de se movimentar, arebitando o mais que pode, eu gentilmente fui enviando o dedo fazendo com que ela recebece todo o dedo, então pasei a tocar o meu pau internamente com o dedo, freneticamente Maria dizia coisas desconexas, começou a se contorcer me dizendo que iria gozar, pedi a ela segurar que eu queria que ela gozase na minha boca, habilmente ela colocou-se de quatro no chão, eu sempre com o dedo na sua bunda, o pau saiu fora, coloquei-me por baixa dela chupando-a com aptidão, senti seu gozo chegar, ela virou-se num 69 me punhetando com maestria, chupando com um prazer indescritível, eu queria comer sua bunda, ela me disse que era virgem e que meu pau era muito grosso, respeitei, mas pedi que deixasse eu colocar somente a cabecinha, ela aceitou, e provando que não a sacanearia, deixei que ela sentase sobre o pau e fizesse a penetração, logo que ela agasalhou pensei em dar-lhe uma estocada para enfiar até o talo, mas minha razão falou mais alto, ela me punhetava e eu mexia em sua bucetinha, juntos gozamos, ela me agradecia por não te-la machucado, enquanto meu leite escoria de dentro de sua bunda, com aquela visão exuberante, nos beijamos, nos recompomos e somos amigos até hoje dentro da mais profunda discrição, pois sou muito conhecido nesta cidade pequena e ela com dois filhos e um casamento estável, agora já conta com meu apoio na sua vida, pois seu marido já é meu colega e sabe de nossas transas, pois ele somente tem ereção quando ela conta o que fez comigo para ele, e sempre me convida para transar diante dele, eu já deixei ele espiar as transas, e provavelmente quando este relato chegar a vocês, já deverei ter transado diante dele, pois esta será para mim uma experiência nova. |
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