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Contos Eroticos

Uma experiência que me foi contada por e-mail

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Há uns dois meses atrás recebi um e-mail de um cara que se dizia fã dos meus contos, no qual ele me contou alguns fatos que aconteceram na sua vida que nunca antes ele tinha revelado pra ninguém. Eu achei extremamente excitante a história dele e tomei a liberdade de compartilhá-la com vocês. Tentei várias vezes contatá-lo para ver se ele tinha alguma restrição, mas não obtive resposta, nem positiva, nem negativa. Sendo assim, resolvi ir adiante, tomando o cuidado de omitir o verdadeiro nome dele (se é que aquele é o verdadeiro...) e também algumas outras informações que possibilitariam que ele fosse identificado por alguém que o conhecesse. **** Alessandro sentia os 40 anos se aproximando. Na verdade, ainda faltavam mais de 5 anos, mas ele sabia que quando menos percebesse já estaria lá, na meia-idade. Os anos voavam, sua vida passava sem que nada de especial acontecesse. Era casado, tinha uma filha linda, uma vida sexual totalmente normal e um bom emprego, que o obrigava a viajar para diferentes países com uma certa freqüência, mas sentia-se entediado. Pois foi em uma destas viagens que sua história aconteceu. Ele estava hospedado em um belíssimo hotel em Buenos Aires. Seu vôo só estava marcado para o dia seguinte. Depois do jantar, por volta de 9 da noite, ele retornou para o hotel, tomou um banho, ligou para a esposa, para a mãe e deitou-se na sua cama, tranqüilo. Pegou o folheto da TV a cabo e não viu nada de interessante na programação. Foi então que percebeu que havia outros 4 canais especiais que poderiam ser disponibilizados mediante o pagamento de uma taxa, 3 de filmes e um pornográfico. Ele ficou interessado no canal de sexo, mas também um pouco encabulado. "Ah! Dane-se, ninguém aqui me conhece mesmo!!", pensou, e resolveu ligar para a recepção. Perguntou como sairia identificado na nota fiscal, para ter certeza de que não teria problemas na firma e confirmou o pedido. Foi informado que entre 20 e 30 minutos um rapaz iria subir para fazer a ligação. Resolveu tomar um banho rápido, enquanto aguardava. Entretanto, ainda estava enrolado na toalha quando foi surpreendido pela campainha, alguns minutos antes do previsto. Abriu a porta para o técnico, um rapaz novo, de não mais que 21 ou 22 anos. Apesar da pouca idade, tinha a cara muito séria, um vasto bigode negro e, Alessandro não pode deixar de notar, um belíssimo par de olhos azuis. Completava o tipo seu porte atlético, de quem faz musculação, e talvez a mesma altura que ele, por volta de 1,80m. Estava vestido com uma calça jeans justa e uma camiseta branca também apertada, que realçava seus músculos delineados. "Entre", falou Alessandro, envergonhado pelos seus trajes e arrependido de ter pedido o canal pornô. "O cara deve estar pensando que sou algum punheteiro tarado!" O jovem se apresentou como Pablo e começou a fazer o serviço. Enquanto ele ligava os fios, Alessandro perguntou pra ele se o canal valia a pena ou não, querendo demonstrar que não costumava assistir aquele tipo de programa. Pablo, mantendo a sua cara séria, disse que dependia do que ele gostava. As cenas eram bem explícitas mas um pouco convencionais. Sugeriu então que Alessandro assistisse alguns minutos e caso não gostasse ele poderia mudar para algum dos canais de filme. Era seu horário de saída e não haveria problema em esperar. Meu amigo gostou da idéia e agradeceu. Preparou um whisky para si e ofereceu a Pablo, que recusou. Sentou na beira da cama, aguardando o fim do serviço (ainda estava apenas enrolado na toalha). Quando a imagem entrou, a primeira cena que apareceu na tela foi o close de um cacete de grosso calibre penetrando violentamente o cuzinho rosado da atriz, que gritava e gemia de prazer e de dor (simulando?!) O argentino sentou-se na outra cama, comentando que este filme parecia bom. A atriz era uma loira magra mas com seios volumosos, e o cara que comia a bunda dela era um tipo forte e com bigode, como Pablo. O sexo na tela era selvagem e os dois permaneciam assistindo calados. Alessandro não tinha como esconder a sua ereção. De canto de olho notou também o volume na calça de Pablo, que apertava seu caralho por sobre a calça, sem o menor pudor. Em uma dessas olhadas discretas, Alessandro foi flagrado pelos olhos de Pablo e se arrependeu de ser tão curioso, com medo de que o cara confundisse as coisas e achasse que ele era veado. Mesmo assim, não conseguiu parar de olhar, impressionado pela "pistola" que o rapaz exibia. Uns vinte minutos se passaram, com os dois em silêncio. Um clima pairava no ar. O primeiro whisky já tinha ido e o segundo começava a fazer seu efeito, deixando Alessandro um pouco menos tenso. Na tela agora a loira fazia um boquete caprichado no bigodudo, se deliciando como quem chupa um sorvete. Pablo foi o primeiro a falar: "Você gosta de sexo oral?", perguntou. "Muito!", respondeu de imediato Alessandro. Depois de alguns segundos calado, outra pergunta: "Você já chupou um cacete?" De início ele não entendeu os termos em espanhol, mas em seguida se deu conta do que o rapaz queria saber. "Não...", respondeu intrigado. "Eu acho que você quer experimentar. Vem aqui.", falou o portenho com sua voz rouca. Alessandro ficou revoltado com a ousadia do jovem e pensou em expulsá-lo do quarto, mas permaneceu imóvel, calado. A verdade é que o rapaz o atraía mesmo e havia percebido isto. Ele queria mesmo, queria muito experimentar a sensação de ter aquela ferramenta lhe invadindo a boca e a garganta, não tinha como negar. Pablo permanecia olhando diretamente em seus olhos, com a expressão séria. Diante da indecisão de Alessandro, começou a abrir o zíper e liberou sua portentosa lança da calça que a aprisionava. Alessandro examinou bem o membro que pulsava ali ao seu lado. "Ah! Dane-se, ninguém aqui me conhece mesmo!!", finalmente cedeu. Levantou-se e deixou a toalha cair. Seu próprio pau apontava para a lua e estava em suas dimensões máximas, mas não fazia frente para o de Pablo. Ajudou ele a tirar os sapatos e a calça e se ajoelhou, pegando a pica com mão direita. Era quente e extremamente rígida. Ele gostou da sensação. Observou-a bem de perto. Era um pinto escuro, com a cabeça quase roxa. Devia ser uns 3 dedos maior do que a dele. O cheiro era forte, mas não desagradável. Um perfume de homem, de macho. Na ponta começou a brotar uma gota transparente. Desajeitado, aproximou seu rosto e tocou a glande com os lábios, recolhendo a gota salgada com a ponta da língua. Afastou um pouco os lábios e deixou a tora deslizar para dentro da sua boca. Engoliu o quanto pode e depois subiu, serpenteando a língua ao redor da barra, dura como ferro. Sabia direitinho o que fazer. Lambeu um pouco o saco e subiu pela base até a cabeça, abocanhando novamente a vara. Se olhou no espelho da parede e ficou ainda mais excitado ao se ver ali ajoelhado entre as pernas do cara, com a pica desaparecendo em sua boca. Aumentou o ritmo da mamada, sugando com forca. A cada vaivém conseguia engolir mais. Descobriu como fazer para não se engasgar quando a cabeça ia fundo em sua garganta. Chupava com satisfação e com muita habilidade considerando sua pouca experiência. Pablo segurou sua cabeça demonstrando que era para ele se concentrar na glande. Com a língua percorreu toda a volta da cabeça e lambeu o rasguinho na ponta. Depois o argentino o agarrou pelos cabelos e começou a ditar o ritmo da chupeta. Com movimentos dos quadris ele enfiava a pirocona bem fundo. Em um determinado momento, segurou a cabeça de Alessandro com o cacete enterrado em sua garganta, quase asfixiando-o. Mesmo sendo desconfortável, ele gostou, estava em êxtase com a sua primeira experiência com outro homem (e única, conforme vim a saber). Pablo puxou seus cabelos com força, tirando a pica antes que gozasse. Foi para trás apoiando as costas na cabeceira da cama. Deitou com as pernas esticadas e um pouco afastadas. Alessandro deitou no meio delas, apoiado nos cotovelos e segurando o pau com as duas mãos. Voltou a chupar e a bater punhetapra ele. Quando olhou para cima, viu que o cara continuaa assistindo ao filme, sem nem olhar para ele. Aquela sensação de desprezo, de estar sendo um mero objeto sexual, deixou Alessandro ainda mais excitado. Voltou a chupar com volúpia e dedicação redobrada. Depois de alguns minutos, os gemidos e contorções de Pablo começaram a mostrar que seu clímax estava próximo. Alessandro aumentou a velocidade da sua língua e começou a babar muito, deixando o cara louquinho. A pica pareceu inchar ainda mais e a pulsar, até que explodiu com um vulcão derramando sua lava quente na boca dele. O primeiro jato atingiu o fundo da sua garganta, assustando-o. Ele afastou o rosto e tomou uma esporada no olho. Mas ele logo se recuperou e voltou a mamar, tentando engolir o máximo que podia. Sorveu até a última gota e continuou chupando devagar por mais uns cinco minutos até o pau começar a diminuir. Ficou ali deitado no colo de Pablo, sem falar nada. Não tinha coragem de olhar para a cara dele. Limpou seu rosto no lençol e se concentrou no gosto da porra que ainda lhe restava na boca. Quando o cara levantou para ir ao banheiro, ele foi preparar outro whisky. Ia precisar, sabia, porque o cara não parecia disposto a ir embora e não seria ele que iria expulsá-lo. Ouviu o barulho do mijo potente na água. Até aquilo o deixava excitado, se achava frágil diante da virilidade do argentino. Escutou o barulho do chuveiro e vestiu uma cueca antes de voltar para a cama. Deitou-se debaixo das cobertas. Viu uma mancha molhada e tocou com os dedos, levando à boca. Lambeu a colcha, limpando as gotas de porra. O filme agora era outro. Uma negra corpulenta encarava dois garanhões em uma dupla penetração. Alessandro sabia que não podia tocar seu pau, senão iria gozar. Pablo voltou logo, enrolado em uma toalha. Ao lado da cama, sem falar nada, deixou a toalha cair, revelando seu pau já praticamente ereto. Alessandro sorriu. Ele não. Arrancou toda a coberta da cama e sentou-se ao lado de Alessandro. Acariciou sua barriga, depois seu peito e se abaixou para tocar seus mamilos com a boca quente e carnuda. As mãos percorriam as coxas, deixando Alessandro embriagado de tesão. Com um movimento Pablo o pôs de bruços. Alisou as costas, as nádegas e as coxas, afastando um pouco as pernas. Por sobre a cueca tocou seu saco e deslizou o dedo pelo rego. Alessandro empinou bem a bundinha para sentir o dedo lhe tocando o anel. Pablo ficou de pé e ao lado da cama deu o pau para Alessandro chupar. Ele deixou o cacete bem olhado com sua saliva. Pablo tirou então a cueca de Alessandro e começou a lamber toda a bunda dele, deixando-o arrepiado. Afastou as nádegas com as mãos e tocou no anel com a ponta da língua. Alessandro começou a murmurar palavras desconexas, não podia agüentar mais esperar. O bigode de Pablo no seu rego lhe dava choques que percorriam a espinha .Sentiu a saliva em sua rosquinha e em seguida um dedo grosso lhe invadindo sem encontrar muita resistência. A boca subiu pelas costas até a nuca, enquanto um segundo dedo se juntava ao primeiro, preparando seu buraquinho para o que viria em seguida. Ele rebolava em movimentos circulares, relaxando suas pregas. Pablo colocou dois travesseiros debaixo de Alessandro, empinando seu quadril. Este abriu bem as pernas e deixou a bundinha à disposição para ser desvirginada, enquanto se abraçava a um terceiro travesseiro. Sentiu o peso do rapaz sobre seu corpo e a ponta da vara na entrada do seu rabo. Jogou o corpo para trás e mordeu a fronha do travesseiro para suportar a dor provocada pelo gigante que lhe arrombava. Pablo foi forçando sem muita delicadeza e conseguiu meter até a metade, arrancando lágrimas de Alessandro, que pediu para ele parar um pouco até ele se acostumar. Estimulado pelos elogios em seu ouvido sobre como seu cuzinho era gostoso e apertado, o próprio Alessandro reiniciou a penetração, desta vez agüentando até o fim. Quando sentiu os pentelhos lhe tocando a bunda sabia que tinha engolido a vara até o final. Pablo começou a bombar e rapidamente a dor desapareceu, só restando o prazer. Eles foderam como dois animais, com o argentino o xingando em espanhol e lambendo sua nuca e sua orelha. Alessandro atingiu o orgasmo em poucos minutos e gozou sobre a cama. Mas Pablo ainda tinha muito gás e comeu meu amigo por mais de meia hora em várias posições, até gozar enrabando ele de quatro como a loira do primeiro filme. Depois de descansar um pouco Pablo saiu sem dizer nada e deixou Alessandro todo melado e esgotado em sua cama, mas satisfeito e sem um pingo de arrependimento. Ele guardou esta história por muitos anos, até que resolveu me contar.


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