Uma nova família |
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Desde que minha mãe começou a namorar o Jairo que o clima lá em casa ficou pesado. Minha irmã mais velha odiava ele e eu sempre fico do lado dela. Implicávamos com tudo que se referia a ele. Desde a escova de dente velha que ficava no armário do banheiro até aqueles chinelos havaianas que ele usava. Quando ele ficava para dormir, íamos para nossos quartos com ódio e, de manhã, nem falávamos bom dia. Mas o auge da guerra fria aconteceu quando mamãe teve que viajar para a capital para acompanhar a vovó numa internação de uma semana. Ela nos chamou e disse que o Jairo iria ficar com a gente para cuidar da casa. Foi uma briga. Minha irmã gritava que preferia morrer e eu tentava argumentar que não éramos mais crianças, já tínhamos mais de 18 e não precisávamos de ninguém para cuidar da gente. De nada adiantou. Naquela semana conversávamos somente o essencial com o Jairo e ele ficava bem na dele também. Na sexta-feira à noite minha irmã me disse em voz alta que iria à boate com um amigo da faculdade e que talvez dormisse fora. Ela imaginou que o Jairo fosse fazer alguma objeção e dar a ela a oportunidade de armar o barraco e rodar a baiana. Mas ele ficou na dele. Ela saiu, ele ficou assistindo aos jornais da TV e eu fiquei no meu quarto batendo papo pela internet. Daí a pouco o Jairo desliga a TV e veio para o meu quarto. Fui pego de surpresa porque ele nunca invadia o terreno do inimigo e eu estava no meio de um papo super-pornográfico no chat. Dissimulei e mudei de site. Ele sentou do meu lado e disse que não ia passar nada de interessante na televisão aquela noite. Aí ele me perguntou se eu podia mostrar para ele alguns sites de sacanagem da rede. Mostrei a ele que disso eu entendia e fui navegando nos melhores sites enquanto ele ia escolhendo as fotos para descarregar. Notei que ele preferia aquela que apareciam mulheres chupando um ou mais cacetes. O clima foi ficando mais descontraído entre nós e ele disse que eu tinha sorte de ter acesso a este mundo de fotos da internet. Quando tinha a minha idade, ele disse, contava com meia dúzia de revistinhas de sacanagem de baixa qualidade e que nelas havia poucas fotos de sexo entre homens que ele apreciava. Dizendo isso, e enquanto eu ajeitava meu pau duro, ele pegou o mouse e abriu meu histórico à procura de sites homossexuais. Meio perdido com aquele assunto e prestes a ser desmacarado, retomei o controle do mouse e eu mesmo fui mostrando o que tinha de melhor em páginas gays, com a maior naturalidade. Descarregamos várias fotos de homens fazendo sexo e ficamos excitadíssimos. Ele massageava o cacete dele por cima do tecido. Aí ele me perguntou se eu gostaria de ver o pinto dele. Sem pensar duas vezes disse que sim. Ele abaixou a bermuda que vestia deixando-me ver aquele mastro super-envergado para cima enquanto me desconectava. O Jairo tem um corpo moreno bonito, sem gorduras localizadas mas poucos músculos salientes. Tem pelos curtos sobre o peito que descem dividindo o abdômen ao meio até atingir uma mata considerável em torno do membro. Naquele momento o único comentário que podia fazer, eu fiz: disse que o caralho dele era mais bonito que muitos exibidos na internet. Ele sorriu segurando aquele troféu pela base e pediu para ver o meu. Tirei o short e ele levou a mão no meu pinto sem cerimônia. Aí eu senti uma sensação louca da coluna até o saco. A mão dele envolvia todo o corpo do meu pênis deixando de fora apenas a cabeça. Ele apertava um pouco, o que fez surgir uma gota branca na ponta da glande. Como eu estava estático, ele pegou a minha mão e levou ao seu caralho. Peguei com gosto. Aí ele me pediu para ajoelhar na frente dele para chegar mais perto. Me abaixei ficando próximo àquele que foi o primeiro caralho que vi ao vivo e estava prester a experimentar. O Jairo passava as mãos nas minhas costas, nos meus braços, no meu peito e nos meus cabelos. Ao passar pela nuca, ele fez pressão para o lado dele. Entendi o recado e desci a boca até a cabeça lisa e morena do pau dele. Mesmo sem prática, tentei tirar o maior proveito daquela chupeta e dar o maior prazer ao meu padrasto. Tive sucesso porque logo senti um gosto de porra na boca. Mas antes que o Jairo gozasse ele me afastou e mandou eu deitar na cama sobre uma das almofadas. Enquanto me ajeitava para ser comido pela primeira vez ele foi ao quarto de casal e buscou um lubrificante. Sentou ao meu lado, passou o gel no dedo e começou a passar no meu cu. Nova sensação. Fiquei com o bumbum todo arrepiado. Ele achava graça e passava a outra mão alisando minha pele eriçada da bunda. Aos poucos ele foi pondo o dedo para dentro do ânus. A mão dele tem dedos curtos e grossos. Começou a doer quando ele colocou o segundo dedo, mas fui me acostumando. Por fim ele rodava os dois dedos no meu cu já completamente melado de gel. Aí ele tirou os dedos, passou lubrificante no caralho e começou a se posicionar para a penetração. Pensei que eu estava bem relaxado e que não iria doer tanto quanto dizem. Enganei. Ao por a glande para dentro de mim senti meu cu arregaçando. A dor foi insuportável e estava quase pedindo para parar tudo e desistir. Mas ele voltou um pouco e meteu tudo me segurando com força. Foi um grito só e senti aquela vara enorme me fudendo e aquele corpo moreno pesando sobre minhas costas. Daí a pouco ele começou um movimento lento de vai-e-vem gostoso sem descolar o corpo. Ficou um tempão assim até que resolveu me acabar e passou a meter forte, indo e vindo, batendo as bolas na minha virilha e fazendo minhas nádegas vibrarem. Logo ele gozou, inundou meu cu de porra e soltou o peso do seu corpo sobre o meu. Me senti realizado. Assim que se recuperou, o Jairo saiu de cima de mim e foi com o pau pingando para o banheiro se limpar. Aí ouvimos barulho na porta da casa. Imediatamente levantei e fechei a porta do quarto ao mesmo tempo que o Jairo fechava a do banheiro. Era minha irmã que veio para dormir. Naquela noite dormi o sono dos justos, melado de sêmem e cheirando a bermuda do Jairo que ficara no chão do meu quarto. Na noite de sábado fiquei conectado na rede até uma da madrugada quando ouvi movimento na casa. Desliguei o micro e fui averiguar. O quarto de casal estava aberto e vazio, mas do quarto da minha irmã vinha um barulho característico de sexo. Entendi tudo. Era a vez da mana experimentar o padrasto. Depois dessa semana a paz voltou a reinar lá em casa e nossas implicâncias com o Jairo acabaram. Mas ele tinha que comparecer escondido e ao meu quarto e ao da minha irmã para manter o inimigo subjugado. Minha mãe nunca entendera bem o que havia mudado mas adorou a nova família que constituira. |
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